Sem o que tem de melhor há um mês, Flamengo oscila, e Renato sofre para encontrar soluções

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Em 3 de outubro, há um mês, o Flamengo enfrentou o Athletico e venceu por 3 a 0. Foi a primeira e única vitória sobre o rival em quatro duelos nos últimos 30 dias, justamente na partida na qual Renato Gaúcho contou com o que o elenco oferece de melhor ofensivamente: Arrascaeta, Everton Ribeiro, Bruno Henrique e Gabigol. Desde então, o quarteto não está à disposição do técnico, que sofre para encontrar soluções e vê a equipe oscilar em momento decisivo de 2021.

Foram nove partidas sem ter os quatro juntos, o que obrigou Renato a buscar alternativas. Vitinho e Michael deram boas respostas, mas não impediram a oscilação do Flamengo, que, em nove jogos no período, venceu três partidas, empatou quatro e foi derrotado duas vezes. Resultados que, além da queda na Copa do Brasil, deixaram o time a nove pontos do Atlético-MG no Brasileirão. Afinal, os problemas não se limitaram ao ataque, com o DM movimentado.

AS AUSÊNCIAS DO QUARTETO HISTÓRICO

Arrascaeta, por exemplo, não atua desde aquela partida. Convocado, voltou da seleção do Uruguai lesionado e está em fase final de recuperação. Gabi e Everton Ribeiro também ficaram fora de três jogos por estarem com o Brasil, sendo que o atacante ainda sofreu uma torção no tornozelo direito depois. Já Bruno Henrique perdeu cinco jogos no período por lesão na coxa esquerda.

A ausência do uruguaia foi inicialmente suprida por Vitinho, que, ao LANCE!, celebrou atuar na função. Contudo, há algumas rodadas, Renato tem optado por adiantar Andreas para jogar ao lado de Everton Ribeiro, com Thiago Maia ou Diego fazendo a função de segundo homem de meio de campo ao lado de Willian Arão. Além de sacar, Vitinho, a opção fez o rendimento de Andreas cair.

Se não tem contado com as individualidades para garantir as vitórias, a equipe também tem deixado a desejar em organização defensiva, sofrendo gols em erros coletivos, como aconteceu diante do mesmo Athletico, na derrota por 3 a 0, pela Copa do Brasil, ou em falhas individuais, como foi nos dois empates em 2 a 2 contra o Furacão, em Curitiba - primeiro na Copa, depois pelo Brasileirão.

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