Seleção feminina de vôlei bate Japão e vai à final da Liga das Nações contra os EUA

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Atual vice-campeã, a seleção feminina de vôlei vai buscar o título inédito da Liga das Nações contra os Estados Unidos nesta sexta (26), em Rimini, na Itália. A final, às 14h, será uma reedição do duelo de 2019, quando na ocasião as americanas levantaram a taça com vitória no tie-break (20/25, 22/25, 25/15, 25/21 e 15/13).

Antes, às 11h, Japão e Turquia fazem confronto pelo terceiro lugar. As duas partidas serão transmitidas pelo canal Sportv 2.

Os Estados Unidos têm sido a pedra no sapato das brasileiras na competição e se classificaram com a melhor campanha. O Brasil chegou à semifinal com o segundo lugar, após 13 vitórias e duas derrotas –uma, inclusive, para as rivais desta sexta e a outra para a China.

Nas semifinais disputadas nesta quinta, o Brasil derrotou o Japão por 3 sets a 1 (25/15, 25/23, 29/31 e 25/16), e os Estados Unidos passaram pela Turquia por 3 sets a 0 (25/21, 25/23 e 25/20).

Contra o Japão nesta quinta, a seleção começou a partida com Macris, Tandara, Bia, Carol Gattaz, Gabi, Fernanda Garay e Camila Brait, e contou com atletas que saíram do banco, como Roberta, Rosamaria e Natália, para superar as rivais.

"As jogadoras que vieram do banco entraram muito bem e isso mostra a força do nosso time. Elas entraram com muita energia e nos ajudaram a virar o jogo em muitos momentos", disse a ponteira Gabi, com 18 pontos no duelo. Tandara, com 23, foi a maior pontuadora da partida.

A partida contra as japonesas começou equilibrada, até que o Brasil emplacou oito pontos consecutivos e, com Fernanda Garay, fez 20 a 12 sobre as japonesas. No bom passe de Camila Brait e na velocidade de Macris, a seleção também contou com um erro do Japão no ataque para fechar em 25 a 15.

No segundo set, com bloqueios de Carol Gattaz e Fernanda Garay funcionando, a seleção abriu 6 a 2. O Japão conseguiu reagir e passou à frente, 8 a 6, graças à solidez de sua defesa.

Com os dois times brigando ponto a ponto, a seleção teve dificuldades na virada de bola e não conseguiu aproveitar três sets points. Até que Tandara decidiu para o Brasil: 25 a 23.

Diante de um Japão pressionado para evitar a eliminação, o Brasil viu as rivais abrirem sete pontos (12 a 5) no terceiro set. O técnico José Roberto Guimarães, então, chamou Rosamaria e Roberta.

Esta última, levantadora, foi decisiva para a virada (16 a 15). Depois, o treinador colocou Natália pela primeira vez na partida. Recém-recuperada de cirurgia no dedo mínimo da mão esquerda, ela fez seis pontos, mas o Japão num contra-ataque fechou em 31 a 29.

O Brasil foi surpreendido pelas japonesas novamente em mais um início de set, mas com a inspiração de Gabi conseguiu a implodir a defesa das japonesas e assumiu o controle da partida, fechando em 25 a 16.

Na primeira fase, o Brasil havia derrotado o Japão com mais facilidade, por 3 sets a 0 (25/15, 25/19 e 25/21).

As semifinais do torneio masculino serão no sábado (26), a começar com o duelo entre o Brasil, primeiro colocado com 13 vitórias e duas derrotas, e a quarta melhor equipe, a França, às 6h30. Depois, às 10h, será a vez de Polônia, segunda colocada, e Eslovênia, terceira, brigarem por outra vaga na decisão do título.

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