Seleção do Chile e Nike em disputa legal na Copa América

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Lance da partida entre Argentina e Chile, pela Copa América

A seleção do Chile ameaça jogar sem exibir a marca do fornecedor de material esportivo Nike no uniforme que usa na Copa América, devido a uma disputa entre a federação de futebol do país e a empresa americana, informou a imprensa chilena.

Caso não resolva uma questão referente a patrocínio, os chilenos devem cobrir o logotipo da empresa nas camisas que serão utilizadas no jogo desta sexta-feira, contra a Bolívia pela segunda rodada do Grupo A do torneio continental, decisão anunciada nesta quinta pela federação chilena, segundo o jornal La Tercera.

A questão gira em torno de um ação aberta em março passado pela entidade que comanda o futebol no Chile, na qual acusa a Nike de não ter pago cerca de seis milhões de dólares de patrocínio anual correspondente ao período 2019-2020, acordado no contrato assinado em 2015.

De acodo com o La Tercera, o contrato estabelece que a Nike deve pagar um total de 7 milhões de dólares por ano até a Copa do Mundo de 2022.

Já a fabricante de material esportivo enviou uma carta à federação local exigindo a rescisão do acordo, argumentando que o Chile não havia cumprido os 10 jogos que a seleção nacional tinha que jogar por temporada.

O Chile ficou quase um ano sem jogar devido aos protestos sociais que ocorreram no país a partir de 18 de outubro de 2019 e depois por conta da pandemia de covid-19.

A seleção chilena estreou na Copa América com um empate por 1 a 1 com a Argentina na última segunda-feira, no Rio de Janeiro. Nessa partida, os jogadores vestiram a camisa com o logotipo da Nike.

msa/pa/ol/lca

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