Seleção Brasileira tem família como base em Doha e aproveita momentos de lazer


Enquanto se concentram para os desafios da Copa do Mundo, os jogadores da Seleção Brasileira recebem folgas para curtirem familiares e amigos em Doha. A estratégia da comissão técnica encabeçada por Tite é fazer com que os atletas consigam se distrair em meio aos treinos e jogos do Mundial do Qatar.


O tema foi muito debatido logo assim que o Brasil desembarcou no Oriente Médio, quando Lucas Paquetá apareceu junto com os filhos na primeira sessão de treinamento no Estádio Grand Hamad. Enquanto um dos meninos chorava com a mãe do lado de fora, o camisa 7 foi acalmar a criança.

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- A comissão técnica já passou para nós os dias que os familiares podem vir assistir o treino. No estádio nem todos vão, mas é muito bom ter a família junto. A gente tem contato mais por mensagem, mas às vezes é bom estar junto com eles. Você pode falar com eles, relaxar um pouco mais... Nas outras seleções também tem isso, é normal - disse Fabinho em entrevista coletiva na última quarta-feira.

Matheus Bachi, filho de Tite, com seus filhos, netos do treinador
Matheus Bachi, filho de Tite, com seus filhos, netos do treinador

Matheus Bachi, filho e auxiliar de Tite, com seus filhos, os netos do treinador (Foto: Reprodução / Instagram)

Na Rússia, na Copa do Mundo de 2018, o mesmo também acontecia. Em dias pré-determinados pela comissão técnica os jogadores tinham um momento de folga e podiam aproveitar com amigos e familiares.

Nesta semana, os jogadores puderam aproveitar mais um destes momentos. Na terça-feira, o atacante Gabriel Jesus, por exemplo, encontrou com Ronaldo Fenômeno em um jantar. Vini Jr foi outro que também saiu. O camisa 20 foi a um restaurante e foi flagrado com a influenciadora digital Julia Rodrigues.

Ronaldo Fenômeno e Gabriel Jesus
Ronaldo Fenômeno e Gabriel Jesus

Ronaldo e Gabriel Jesus jantaram juntos em Doha (Foto: Reprodução / Instagram)

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NEM TANTO AO CÉU, NEM TANTO À TERRA

A CBF tem a preocupação de não cometer excesso com os jogadores, mas também não quer deixar os atletas presos. Com experiências dos dois lados, os Mundiais da Alemanha e da África do Sul tiveram histórias distintas.

Em 2006, por exemplo, a preparação da Seleção Brasileira em Weggis, na Suíça, foi marcada por um clima de festa que atrapalhou os jogadores. Já em 2010, o time de Dunga ficou completamente isolado, num cenário completamente diferente de quatro anos antes.

Dosando para obter o melhor dos dois lados, a Seleção Brasileira segue a programação em Doha. O próximo desafio da equipe de Tite é na sexta-feira, contra Camarões, no Estádio 974.