Segundo ministério, liberação da carne do Brasil pelos EUA é questão de tempo

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Amanda Perobelli/Reuters
Amanda Perobelli/Reuters

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Autoridades do governo brasileiro informaram que a reabertura do mercado americano para a carne bovina “in natura” do Brasil é uma questão de tempo.

  • As compras pelos EUA foram suspensas em 2017 após terem sido encontrados abcessos na carne brasileira.

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Segundo a agência de notícias Bloomberg, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Orlando Ribeiro, disse, em entrevista na quinta-feira (21) em Nova York, que a carne brasileira “tem a qualidade necessária para ser exportada para os EUA. Qualidade não é um problema”. Ribeiro ainda afirmou: “Estamos 100% confiantes de que isso acontecerá – o que não sabemos é quando”.

De acordo com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ainda não foi divulgada nem definida nenhuma data para a retomada das importações da carne brasileira pelos EUA. Segundo ela, o Brasil forneceu respostas adicionais aos EUA e agora aguarda a análise.

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Em outubro, os EUA informaram que manteriam o veto à importação da carne “in natura” brasileira. As compras pelos norte-americanos foram suspensas em 2017 após terem sido encontrados abcessos na carne brasileira.

O Ministério da Agricultura informou que as ocorrências decorreram de uma reação a componentes da vacina contra a febre aftosa. Após o episódio, o país reduziu a dose da vacina e alterou sua composição.

Nesse meio tempo, até os EUA decidirem sobre a carne brasileira, o Brasil espera que a China emita licenças de exportação para mais fábricas brasileiras de processamento de carne, declarou a ministra.

A China liberou 38 plantas brasileiras – incluindo aves, suínos e bovinos –, desde setembro, para vender ao país asiático, devido à escassez de proteínas causada pela peste suína africana, disse a ministra.

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