"Se tivesse o VAR, voltava", diz Nilmar sobre polêmico lance que acirrou rivalidade entre Inter e Corinthians

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 minuto de leitura
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

A rivalidade entre Internacional e Corinthians ganhou proporções até então inimagináveis a partir do polêmico Campeonato Brasileiro de 2005. Os colorados garantem que o título foi tirado na "mão grande", enquanto os alvinegros não dão bola. Pois Nilmar, jogador altamente identificado com o clube gaúcho e que participou daquela campanha vitoriosa do Timão, tem a clara noção de que um lance mudou a história da competição e que, se fosse hoje, o VAR ajudaria a reverter uma decisão do árbitro Márcio Rezende de Freitas.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Já na reta final do Brasileirão, as duas equipes se enfrentaram em um Pacaembu lotado. O duelo terminou empatado em 1 a 1, resultado que foi bom para os paulistas. No entanto, o juiz, em uma dividida entre o meia Tinga e o goleiro Fábio Costa, ao invés demarcar pênalti para o Inter, apontou simulação do atleta vermelho, aplicou o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o expulsou. "Ainda bem que não tinha VAR. Eu brinco até hoje. Se tivesse o VAR, voltava certamente. Aquele erro foi grotesco. A maior tristeza do [torcedor] colorado é aquele pênalti. Tem total razão", disse Nilmar, em entrevista ao canal do Duda Garbi.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

O jogador, ao lado de nomes como Carlos Tevez, Roger Flores e Mascherano, acabou sendo um dos destaques do Corinthians. Porém, mesmo sendo aquele um dos títulos mais importantes da sua carreira, Nilmar não esconde o quanto a sua relação com o "rival" gaúcho é mais forte. "Foi uma experiência boa de ter vivido lá (no Corinthians). Foi um clube que eu tenho um carinho, mas o Inter é a maior gratidão que eu tenho, onde eu aprendi tudo, onde eu cresci", concluiu. O atacante de 37 anos deixou de exercer a profissão em 2017. Pouco tempo depois de assinar com o Santos, precisou dar início a um tratamento contra a depressão.

Para mais notícias do Corinthians, clique aqui.

Para mais notícias do Internacional, clique aqui.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos