Sasha cita 'sensação ruim' após vitória: 'Santos não demonstrou o que queria'

Arthur Faria
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Sasha, em entrevista coletiva, nesta quarta-feira, no CT Rei Pelé (Arthur Faria)
Sasha, em entrevista coletiva, nesta quarta-feira, no CT Rei Pelé (Arthur Faria)


O atacante Eduardo Sasha sabe que o Santos está devendo um bom futebol neste início de ano. Em entrevista coletiva, nesta quarta-feira, no CT Rei Pelé, o atleta falou de uma sensação ruim que teve logo após a vitória do Peixe sobre o Guarani, por 2 a 1, na última segunda-feira, pelo Campeonato Paulista.

Entretanto, Sasha também viu uma 'evolução pequena' do primeiro para o segundo jogo. Ele, inclusive, participou mais do duelo contra o Guarani e ajudou a construir o primeiro gol da equipe santista.

- Críticas, cobranças, quando se está vestido essa camisa vão existir sempre. A gente se cobra até mais que os próprios torcedores. A gente entra em campo para buscar a vitória. Apesar da vitória, eu sai com uma sensação ruim. A forma como terminou o jogo. A gente sente bastante quando não consegue demonstrar o que a gente quer. O foco é jogar bem todas as partidas, mas às vezes as coisas não acontecem. A gente tenta, mas acaba não saindo. Eu vi uma evolução boa do primeiro para o segundo jogo, não da forma que todos gostariam, mas a evolução é pequena - comentou o camisa 27.




Assim como o presidente José Carlos Peres, Sasha saiu em defesa do treinador Jesualdo Ferreira, questionado pelo Santos ainda não ter tido a mesma intensidade de 2019.

O camisa 27 acredita que as ideias são diferentes e o comandante de 73 anos está se esforçando para que os jogadores assimilem o estilo de jogo, mas também culpou o pouco tempo de pré-temporada. Vale lembrar que o Peixe teve duas semanas de preparação antes da estreia no Paulistão.

- Cada pessoa tem um pensamento diferente, um método diferente de pensar o futebol. Todos estão vendo isso, está clara a ideia. Mudar de uma hora para outra não é tão simples assim, não é fácil. As ideias são diferentes. A gente estava acostumado com uma ideia e tivemos de mudar aos poucos. Ele tenta passar a ideia durante o treinamento, mas infelizmente temos pouco tempo de preparação. A gente jogou segunda-feira e amanhã já tem jogo de novo. É ter paciência, calma, leva um tempo, como foi no ano passado. Não foi de uma hora para outra que a gente entendeu o Sampaoli, até eu mesmo fora dos planos no começo daquele ano - disse o atacante.

- O que vai acabar com isso (críticas) será nossa evolução, jogadores entenderem a ideia. A cada jogo, o torcedor vendo o nosso time, vão elogiar. Eles querem ver nossa crescente. A gente está evoluindo aos poucos, assimilar o mais rápido possível para fazer bons jogos. A gente vai ter uma semana cheia na próxima semana - acrescentou.

O Santos volta aos trabalhos na tarde desta quarta-feira, no CT Rei Pelé. O Peixe enfrenta a Internacional de Limeira, nesta quinta-feira, às 19h15, na Vila Belmiro.








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