Tricolor renova com maior promessa de Cotia e acaba com assédio dos rivais

Brenner, de 17 anos, terá multa de 50 milhões de euros para clubes do exterior (Rubens Chiri/SPFC)

Depois de semanas de negociação, o São Paulo acertou nesta terça-feira a renovação do contrato do atacante Brenner – o novo vínculo só termina em 2022 e tem multa rescisória de R$ 100 milhões para clubes brasileiros e 50 milhões de euros para times do exterior.

O acerto rendeu comemoração na diretoria do Tricolor. É que o garoto de 17 anos, tratado como a maior promessa de Cotia, vinha sofrendo assédio de rivais no Brasil. “O presidente Leco tinha uma preocupação muito grande com a multa em território nacional, que era de apenas R$ 7 milhões”, revela Thiago Guadagno, empresário de Brenner.

O fato de Brenner ter se apresentado nesta terça-feira à seleção brasileira sub-17, para a disputa do Mundial da categoria, a partir de outubro, era mais uma dor de cabeça aos são-paulinos. O Tricolor está convencido de que o atacante fará sucesso na Índia e voltará extremamente valorizado. Ao menos, agora, há a segurança contra o assédio nacional e internacional.

Para renovar o contrato com Brenner, o São Paulo apresentou um projeto de carreira. Além de um salário acima da média dos pagos aos atletas promovidos da base, o artilheiro terá respaldo dentro e fora de campo. A partir do ano que vem, por exemplo, os pais de Brenner se mudarão de Cuiabá para São Paulo, a fim de morar com o atleta.

Antes de se tornar o primeiro jogador na história do São Paulo a atuar tendo nascido no ano de 2000, Brenner já havia chamado muita atenção no sub-17. Neste ano, foram 42 gols em 21 jogos, com média de dois gols por partida.

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