Santos deveria aposentar a camisa 10 em homenagem a Pelé

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Pelé, em um evento do futebol brasileiro. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF (Thiago Ribeiro/AGIF)

Pelé. Quatro letras que não compõem apenas um nome. Representam futebol, história, genialidade, vitórias, celebrações, reconhecimento e Santos. Pelé e o maior time de todos os tempos elevaram Santos ao patamar mais alto visível pelos seis cantos do mundo.

Não vi Pelé jogar, mas ouvi atentamente todos os episódios narrados pelo meu pai, Marco Antonio, sobre aquele gênio que parou guerra e ganhou Copas, troféus e títulos de tudo quanto é tipo.

Quando parei para ver o documentário "Pelé Eterno", entendi bem o significado de tudo que meu pai me contou. Lances, jogadas, dribles, passes e gols absurdos, numa época onde o material esportivo era pesado, não existiam transmissões de TVs, não havia substituições de atletas, nem antidoping e a arbitragem era bem menos rígida do que a atual. Resumindo, o jogador não era protegido como agora, o que aumenta ainda mais todos os seus feitos.

Pelé foi reverenciado por Chefes de Estado, autoridades, celebridades, companheiros, ex-jogadores, adversários, imprensa mundial e opinião pública.

Como repórter, entrevistei Pelé duas vezes. A simplicidade e a gentileza em me responder, apenas aumentaram minha admiração por aquela figura emblemática e inesquecível do futebol, uma das paixões da minha vida.

Pelé está lutando para seguir conosco, com toda garra que sempre mostrou nos gramados. O Santos FC deveria aposentar a célebre camisa 10 do Rei, numa homenagem em vida, fechando a Vila Belmiro ou o Maracanã, para imortalizar o uniforme que virou referência mundial de craques.

Vida longa e eterna ao Rei! E com sua camisa imortalizada. Onde quer que esteja.

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