Santos não paga 1ª parcela de Cueva ao Krasnodar

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Cueva já trocou o Santos pelo Pachuca, do México (Ivan Storti/Santos)
Cueva já trocou o Santos pelo Pachuca, do México (Ivan Storti/Santos)

Venceu na última sexta-feira o prazo do Santos para o pagamento da primeira parcela referente à compra de Cueva junto ao Krasnodar, da Rússia. E o Peixe não efetuou o depósito de US$ 2,3 milhões ou R$ 11,8 milhões, o que deve render mais um processo na Fifa.

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Vale lembrar que Cueva havia sido comprado no ano passado. Porém, no primeiro ano, o peruano ficaria emprestado. Caberia ao Peixe pagar US$ 2,3 milhões por ano, a partir de 20 de março, ao Krasnodar.

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O grande problema é que Cueva nem está mais no Santos. O meia recorreu à Fifa alegando atrasos em uma série de pagamentos, entre eles do FGTS, e conseguiu a rescisão provisória - ele inclusive já disputou três partidas pelo Pachuca, do México.

Se o Peixe perder a ação, terá de pagar os salários de Cueva até o fim do contrato, não receberá qualquer centavo pela ida do atleta ao Pachuca e continuará com a obrigação de bancar os quase US$ 10 milhões ao Krasnodar.

A relação entre Santos e clube russo é ruim há tempos. Em 2019, por exemplo, o Peixe tentou emprestar e depois vender Cueva. Mas o Krasnodar recusou as duas possibilidades.

Na semana passada, o presidente José Carlos Peres conseguiu 2 milhões de euros com a venda de Aguilar para o Athletico, mas essa grana não poderá ser usada com o Krasnodar, já que está comprometida. Recentemente, a Fifa proibiu o Santos de inscrever novos reforços como punição ao fato de não ter pago pela compra de Cleber Reis. O Hamburgo, da Alemanha, foi à Fifa cobrando R$ 20 milhões.

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