Sainz diz ter orgulho de ter feito parte da McLaren e prevê que equipe será uma "força no futuro"

Luke Smith
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Após um período ruim na Fórmula 1 em seu reencontro com a Honda, a McLaren voltou a crescer e teve em 2020 sua melhor temporada desde 2012, terminando em terceiro lugar no Mundial de Construtores, atrás apenas da Mercedes e da Red Bull. E para o espanhol Carlos Sainz, a equipe britânica está se estruturando para se tornar novamente uma força dentro da categoria, se projetando para dar um salto já a partir da introdução do regulamento de 2022.

Desde a chegada de Sainz à McLaren, no início de 2019, a equipe saltou de sexto entre os construtores para o quarto lugar naquele ano e terceiro na última temporada. Sainz ainda foi responsável por quebrar um jejum de cinco anos e meio da McLaren sem pódio, com o terceiro lugar no GP do Brasil de 2019.

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Tanto Sainz quanto seu companheiro de equipe, Lando Norris, conquistaram mais pódios em 2020, enquanto a McLaren manteve a introdução de importantes mudanças como uma mudança para motores Mercedes em 2021, além da construção de um novo túnel de vento e a garantia de um novo investidor em dezembro.

Sainz disse que agora ele consegue perceber o quanto a McLaren conseguiu evoluir desde sua primeira saída com a equipe, no teste de pós-temporada de 2018 em Abu Dhabi, e que a marca vem construindo condições para lutar pela ponta no futuro.

"Sinto que a equipe evoluiu bastante desde aquele teste em Abu Dhabi no fim de 2018", disse Sainz ao Motorsport.com. "O grupo que eles têm é o mais forte possível. Ainda há um longo caminho a ser percorrido em termos de performance do carro, já que está a cerca de um segundo da Mercedes por volta".

"Mas, ao mesmo tempo, acho que a equipe vem se formando bem para 2022, o momento da mudança de regulamento. Acredito que eles estarão prontos para dar um salto desde o início".

"A equipe ainda terá uma estrutura muito mais competente. O pessoal estará mais estabelecido até lá. Acredito que será uma força a ser combatida no futuro".

Sainz ajudou a McLaren a conquistar o terceiro lugar entre os construtores em sua corrida final com a equipe ao terminar em sexto, logo atrás de Norris. Os dois construíram uma forte amizade e isso se refletiu em uma atmosfera positiva para o desenvolvimento da equipe como um todo.

O espanhol sentia que a falta de expectativa antes de se unir à McLaren foi determinante para essa boa atmosfera, com ele se sentindo em casa desde o início.

"Partimos do nada em 2018, sem expectativas, e, por isso, não havia um clima pesado. Lando e eu nos demos muito bem e eu me senti em casa com a equipe rapidamente e via que aquele grupo de pessoas estava incrivelmente motivado. Eles tinham orgulho por fazer parte da McLaren".

"Eles queriam ver a evolução da equipe. Todos se uniram para isso, e esse momento positivo seguiu para o segundo ano. É mais fácil isso quando você já está em uma curva de crescimento. Com isso, os relacionamentos também vão melhorando e a equipe segue melhorando".

"Tenho muito orgulho de ter feito parte disso. É definitivamente uma memória que levarei para a minha carreira".

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