Saída de Everton mexe em "tabuleiro de opções" e deve influenciar aproveitamento de garotos até de outras posições

Fabio Utz
·2 minuto de leitura

A saída de Everton tende a mexer no chamado tabuleiro de opções do técnico Renato Portaluppi dentro do elenco do Grêmio. E isso deve ter influência direta no aproveitamento de garotos que não necessariamente são da mesma posição do camisa 11.

Pepê, caso o Tricolor não contrate um nome daqueles inquestionáveis, será o herdeiro da vaga de Cebolinha como parceiro de Diego Souza no ataque gremista. Sendo assim, Patrick tem tudo para se tornar, por exemplo, o substituto natural de Alisson. Por casualidade, um dia depois da despedida de Everton, o meio-campista completou dois anos desde a sua estreia na equipe profissional. Em vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro, ele entrou no final do segundo tempo para começar a mostrar serviço. "Aqueles minutos foram a concretização de um sonho. É um jogo que não sai da minha cabeça. Estou aqui desde os dez anos (agora está com 21) e sou grato por tudo que a instituição fez por mim. Feliz demais em fazer parte desse grupo e espero conquistar muitos títulos com a camisa desse clube", disse ele.

Em 2017, foram 14 aparições no total. Na temporada seguinte, após breve passagem pelo Criciúma, retornou ao time de transição do Grêmio, mas por pouco tempo. Em excursão pela Europa com a equipe sub-23, se apresentou como o grande destaque, com três gols e belas atuações. Foi o passaporte que precisava para retornar ao elenco principal. Até hoje, acumula 41 partidas e duas bolas na rede. A tendência é que esses números aumentem em breve, afinal, se tem grande expectativa em cima de seu potencial.

Quer saber como se prevenir do coronavírus? #FiqueEmCasa e clique aqui.

Para mais notícias do Grêmio, clique aqui.