Ruim? A pior escalação do Cruzeiro no século XXI

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Embora o momento não seja dos mais favoráveis, o Cruzeiro é um dos clubes mais poderosos e tradicionais do Brasil. Campeão, centenário e respeitado, o clube de Minas Gerais tem uma história muito rica, vitoriosa e cheia de nomes marcantes, como Fábio, Alex, Dida etc. Porém, assim como de 2019 para cá, a Celeste também precisou fazer contratações mais modestas e “contestadas” ao longo de seus 100 anos.

Do começo do século até hoje, por exemplo, figuras bastante criticadas passaram pela Toca II, como é possível conferir nessa "seleção reversa do clube", em parceria com o pessoal da página Manual do Jogador Ruim. Confira:

Goleiro

1. Andrey

Passagem marcante (não pelo lado positivo) de Andrey na Raposa. | Cristano Couto/Hoje em Dia/Gazeta Press
Passagem marcante (não pelo lado positivo) de Andrey na Raposa. | Cristano Couto/Hoje em Dia/Gazeta Press

Embora há muitos anos seja protegido por um goleiro de altíssimo nível, o ídolo Fábio, o Cruzeiro também enfrentou problemas em sua meta ao longo do século e muito com o arqueiro Andrey. O “Petr Cech de Natal” não teve uma passagem ‘muito feliz’ pela Toca, como o lance acima mostra.

Laterais

2. Lucas

Lucas não foi bem no Cruzeiro. | Alexandre Schneider/Getty Images
Lucas não foi bem no Cruzeiro. | Alexandre Schneider/Getty Images

Lucas iniciou a carreira no Figueirense, mas também passou por São Bento, Botafogo e Palmeiras antes de chegar ao Cruzeiro. Cedido pelo Verdão à Celeste, o lateral-direito pouco fez, além, claro, de acabar com a paciência dos torcedores da Raposa.

3. Sánchez Miño

Sánchez Miño não deu certo no Cruzeiro. | MB Media/Getty Images
Sánchez Miño não deu certo no Cruzeiro. | MB Media/Getty Images

A chegada de Sánchez Miño ao Cruzeiro foi muito festejada pela torcida em 2016. Porém, com o passar do tempo, o versátil lateral-esquerdo não conseguiu se encaixar no time e decepcionou totalmente. Questionado, o atleta não demorou a deixar a Toca.

Zagueiros

4. Bruno Quadros

Zagueiro Bruno Quadros em ação pela Raposa. | MARCELO FERRELLI/Gazeta Press
Zagueiro Bruno Quadros em ação pela Raposa. | MARCELO FERRELLI/Gazeta Press

Formado no Flamengo e com passagens no futebol internacional, Bruno Quadros chegou ao Cruzeiro cercado de expectativas em 2004, mas decepcionou totalmente e ainda acabou se tornando o símbolo de uma péssima temporada.

5. Alex Silva

O "Pirulito" passou por várias equipes, mas sua segunda passagem pela Raposa foi terrível. | NELSON ALMEIDA/Getty Images
O "Pirulito" passou por várias equipes, mas sua segunda passagem pela Raposa foi terrível. | NELSON ALMEIDA/Getty Images

O zagueiro Alex Silva, o popular Pirulito, passou por algumas equipes antes de desembarcar em Minas Gerais, incluindo São Paulo, Hamburgo e Flamengo. Com um currículo pesado, mas em baixa, o defensor chegou ao Cruzeiro para se recuperar, mas não conseguiu. Muito pelo contrário. Fez apenas três partidas, se lesionou e enfrentou problemas com bebidas.

Meio-campistas

6. Marabá

Marabá passou por times como São Caetano e Goiás, mas no Cruzeiro definitivamente não se firmou. | DJALMA VASSÃO/Gazeta Press
Marabá passou por times como São Caetano e Goiás, mas no Cruzeiro definitivamente não se firmou. | DJALMA VASSÃO/Gazeta Press

Após se destacar no Goiás, o volante Marabá foi contratado pelo Cruzeiro, mas fracassou. Com atuações fracas e baixíssimo nível de futebol, o meio-campista não teve vida longa na Toca e também na elite nacional.

7. Lopes "Tigrão"

Lopes até foi razoavelmente bem no Palmeiras, mas no Cruzeiro não rolou. | Getty Images/Getty Images
Lopes até foi razoavelmente bem no Palmeiras, mas no Cruzeiro não rolou. | Getty Images/Getty Images

O polêmico Wellington “Tigrão” Lopes passou por vários clubes do Brasil, como Palmeiras – onde viveu os seus melhores momentos –, Flamengo, Fluminense, Santos, Cruzeiro e muitos outros do Brasil e do mundo. Com exceção do Alviverde, o meio-campista rendeu pouco (ou quase nada) em todos os times que defendeu.

8. Héctor Tapia

Camisa 10? Que decepção, Tapia. | MIGUEL ROJO/Getty Images
Camisa 10? Que decepção, Tapia. | MIGUEL ROJO/Getty Images

Revelado pelo Colo Colo, do Chile, Tapia construiu uma carreira bastante consolidada no futebol internacional, tendo defendido clubes da Itália, da França, da Suíça e, claro, do Brasil. Contratado pelo Cruzeiro em 2004, o chileno envergou a camisa 10 e pouco fez. O atacante não deixou saudades.

9. Bruno Soneca

Novo Ronaldinho? Bruno teve carreira bem abaixo da expectativa que criaram em cima dele desde o início no Grêmio. | Alexandre Guzanshe/Agência O Globo/Gazeta Press
Novo Ronaldinho? Bruno teve carreira bem abaixo da expectativa que criaram em cima dele desde o início no Grêmio. | Alexandre Guzanshe/Agência O Globo/Gazeta Press

Novo Ronaldinho? Bruno Ferraz das Neves surgiu na base do Grêmio após o sucesso do renomado R10 e não demorou para ser conhecido no Brasil como o “novo Ronaldinho”. Porém, com o passar do tempo e o Imortal em baixa, o meio-campista não conseguiu corresponder e ganhou o apelido de “Soneca” – o que já diz muito. Pressionado, o meia foi negociado e rodou por vários clubes, como o Cruzeiro, mas nunca com o desempenho esperado.

10. Adriano Louzada

O badalado Adriano Louzada não se destacou na Celeste. | MIGUEL RIOPA/Getty Images
O badalado Adriano Louzada não se destacou na Celeste. | MIGUEL RIOPA/Getty Images

Contratado junto ao Nacional, da Ilha da Madeira, Louzada chegou ao Cruzeiro em 2005 com a missão de substituir Fred. Missão complicada. Homem-gol em Portugal, o atacante não conseguiu manter o nível na Raposa. Uma decepção total, em especial por ele ter ido bem durante período de empréstimo no Porto.

11. Duvier Riascos

Riascos é odiado pela torcida do Cruzeiro. | Pedro Vilela/Getty Images
Riascos é odiado pela torcida do Cruzeiro. | Pedro Vilela/Getty Images

Polêmico! Riascos é visto por muitos torcedores do Cruzeiro como a pior contratação da história do clube. Além do baixo nível de futebol apresentado, o atacante ainda deu declarações ofensivas em relação à Raposa e fez até provocações com o rebaixamento do time para a Série B. Um nome para a Celeste esquecer.