Rueda fala sobre renovações de Kaio Jorge e Sánchez e caso Soteldo

LANCE!/DIÁRIO DO PEIXE
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O presidente do Santos, Andres Rueda, concedeu entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (12) para avaliar os cem dias do seu mandato e não fugiu de perguntas. Em sua apresentação, o dirigente escreveu que a renovação de contrato com o atacante Kaio Jorge estava avançada, mas foi mais discreto ao responder sobre o assunto.

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- No último mês a negociação avançou bastante. Todo mundo sabe que é complicada, difícil, mas no momento que for sim ou não a gente coloca de uma maneira mais objetiva - afirmou o presidente.

Na última semana, O Santos anunciou que chegou a um acordo com o empresário Giuliano Bertolucci, que representa o atacante Kaio Jorge e outros atletas do clube. O agente emprestou R$ 8 milhões ao clube ainda na gestão de Modesto Roma Jr e não recebeu qualquer parcela do empréstimo. Bertolucci havia acionado o Santos na Justiça e o valor da dívida já estava em R$ 13 milhões. O clube fez um acordo de parcelamento até o final da gestão, em 2023, e com o primeiro pagamento em seis meses.

O dirigente também falou sobre a possibilidade de renovação do uruguaio Carlos Sánchez, que tem contrato apenas até o final do ano e um salário alto. As conversas já começaram.

- Estamos tentando trabalhar muito com metas. Não tem problema remunerar bm jogador desde que ele tenha desempenho. Estamos tentando renovar dentro dessa realidade, levando em conta a situação financeira do clube, não só o Sánchez e o Kaio Jorge - afirmou o presidente.

Por fim, o presidente falou sobre a dívida do clube com o Huachipato, que gerou o transferban na Fifa. Andres Rueda admite incômodo com a demora na conclusão da negociação e evitou dar um prazo para a final da novela.

-Está demorando mais do que a gente imagina, mas sendo muito objetivo e transparente. O Soteldo tem dois caminhos: ou alguém aparece e compra nossa parte, tira o transferban e a gente devolve o jogador ou arrumamos os US$ 4 milhões para perguntar. Por enquanto não apareceu nem uma, nem outra e o negócio vai se arrastando - afirmou o dirigente.