Rogério Caboclo faz acordo com MP-RJ e processo de assédio sexual é arquivado

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Rogério Caboclo (Foto: NORBERTO DUARTE/AFP via Getty Images)
Rogério Caboclo (Foto: NORBERTO DUARTE/AFP via Getty Images)

O presidente afastado da Confederação Brasileira da Futebol (CBF), Rogério Caboclo, chegou a um acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro para arqivar o processo na Justiça Comum em que era acusado de assédio moral e sexual por uma funcionária da entidade. A informação foi revelada pela ESPN Brasil.

O acordo de "transação penal" proposto pelo MP-RJ e homologado pela juíza Simone Cavalieri Frota finaliza o processo em troca de doações para instituições de caridade que lutam pela defesa de mulheres vítimas de violência doméstica e de proteção de animais.

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Além disso, o acordo assinado por Frota também cancela a medida cautelar que impedia Caboclo de entrar na sede da CBF no Rio de Janeiro e de entrar em contato com seis pessoas que trabalham na confederação.

A SITUAÇÃO DE CABOCLO NA CBF

Na última semana, a Comissão de Ética da confederação estabeleceu pena de 15 meses de suspensão para Rogério Caboclo por "conduta inapropriada" em relação a uma funcionária que o acusou de assédio moral e sexual. Três meses já foram cumpridos.

Caso as 27 federações estaduais manifestem em uma assembleia que estão de acordo com a Comissão de Ética, ele voltará ao cargo em setembro de 2022. O Conselho de Administração da CBF designou Ednaldo Rodrigues para substituir Antônio Carlos Nunes como presidente interino da entidade.

Caboclo ainda é investigado após segunda acusação de assédio sexual por outra funcionária da CBF e uma denúncia de assédio moral foi feita pelo diretor de Tecnologia da Informação da CBF, Fernando França.

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