Roger Machado vive pressão dentro do Bahia às vésperas da estreia na Sul-Americana

(Foto: Divulgação/Observatório Racismo)
(Foto: Divulgação/Observatório Racismo)


A temporada 2020 ainda está no início, mas o Bahia sente na pela a pressão por resultados. Considerado por muitos o principal time da região nordeste, o Tricolor teve dois fracassos inesperados e ligou o sinal de alerta.

O primeiro revés foi na Copa do Brasil. Diante do River-PI, o Tricolor entrou com o favoritismo dentro de campo e acabou surpreendido. Com um futebol abaixo do esperado, Roger Machado e Cia foram derrotados por 1 a 0 e tiveram que dar explicações sobre a queda precoce.

No ultimo fim de semana outro baque inesperado. No clássico com o Vitória, válido pela Copa do Nordeste, o Bahia novamente entrou com o favoritismo e foi derrotado por 2 a 0, resultado que doeu muito no torcedor.

Como é normal no futebol brasileiro, elenco e diretoria ficaram em segundo plano nas críticas. Sendo assim, Roger Machado entrou no olho do furacão e vê a pressão aumentar a cada adversidade.

Na reapresentação da equipe, na tarde da última segunda-feira, o treinador bateu um papo com os jogadores e internamente cobrou uma postura diferente nos jogos decisivos.

Pesa contra Roger a reta final do Brasileirão 2019. Na ocasião, o Tricolor pleiteava por uma vaga na Libertadores, mas após uma derrota dentro de casa para o Ceará, o time caiu de produção e não conseguiu recuperar o ânimo.

Agora, a missão é a Copa Sul-Americana, torneio que é considerado o principal no calendário do Tricolor. Caso a equipe não consiga corresponder diante do Nacional-PAR, o treinador vai precisar de muito jogo de cintura para não perder o comando e a confiança dentro do clube.











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