Rodrigo Caetano sobre arbitragem: 'Superou qualquer tipo de tolerância'

João Pedro Granette
Diretor de futebol do clube conversou com os jornalistas após a reapresentação do elenco e falou sobre o pênalti inexistente marcado contra o Flamengo nos último lance da partida

O elenco do Flamengo se reapresentou na tarde desta segunda-feira no Ninho do Urubu após o polêmico empate com o Vasco do último domingo, no Mané Garrincha, em Brasília. Ainda sobre o pênalti inexistente marcado para o rival, Rodrigo Caetano afirma lance superou qualquer tipo de tolerância por parte do Rubro-Negro.

- Nós não vamos permitir que nosso trabalho seja prejudicado por uma falha humana ou por falta de qualificação de um árbitro. Em nome de todos os profissionais do Flamengo, registro nossa insatisfação. Queremos que o diretor de arbitragem dê sua satisfação sobre a escalação de um árbitro que não vinha apitando e que teve necessidade de dar aquele pênalti aos 47 minutos. Isso superou qualquer tipo de tolerância.

Ainda sobre a arbitragem, o dirigente rubro-negro comentou e questionou a montagem do quadro de árbitros da Federação, ressaltando que decisões podem impactar diretamente na vida das pessoas.

- Para nós não foi novidade nenhuma. Os atletas e comissão técnica se sentem completamente prejudicados quando isso acontece. As federações não têm condições de manter um quadro de árbitros com isenções. São decisões que podem impactar, sim, diretamente na vida das pessoas. O futebol evoluiu de tal forma que um único personagem amador mude totalmente o desfecho de uma partida.

Por fim, Rodrigo Caetano comentou a declaração de Nenê de que a bola realmente havia batido na mão de Renê e acredita que no momento percepção do vascaíno pode ter sido outra e não quis julgar opinião do atleta vascaíno.

Acontece a favor e contra, é difícil a avaliar isso. O atleta é induzido a falar isso, as vezes é a percepção do momento. Próximo da mão todo mundo levanta a mão para pedir, naquele segundo é muito difícil. Não vou discutir se é honesto ou não. Estive dentro do campo e sei como é. Ninguém entra dentro de campo querendo simular nada, as vezes ocorre dessa forma. É difícil julgar.










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