Revanche do Atlético de Madrid ou a hegemonia do Real na última noite de UCL no Calderón?

O brasileiro, três vezes vencedor da Champions League, pensa que o craque português ainda "tem muito futebol para dar"

O destino mais uma vez está dando a oportunidade do Atlético de Madrid vingar as finais de Lisboa (2014) e Milão (2016), além das quartas de final de 2015, quando foi derrotado pelo Real Madrid. Desta vez, a equipe comandada por Diego Simeone encara o rival na semifinal da Champions League. 

Ao contrário dos últimos anos, o Real joga a primeira partida no Santiago Bernabéu e a volta no Vicente Calderón. Será a última noite de Champions League na casa do colchonero antes da mudança para o Wanda Metropolitano. Pode ser uma grande despedida para o Atlético ou um adeus muito amargo.

As derrotas na prorrogação na final de Lisboa e o drama nos pênaltis em Milão, serão esquecidas na casa do Atleti, que clama por vingança de uma vez por todas. O estádio se transformará em um caldeirão na noite histórica do dia 10.

O Real Madrid tentou novamente frustrar os sonhos do Atlético, que já deixou os seus registros na semifinal de 1959. Agora, 58 anos depois, se reencontraram em um caminho decisivo para a final. Seria a terceira para os dois nos últimos quatro anos, um fato que reflete o domínio das equipes madrilenhas.

Os merengues buscam o seu 12º título, enquanto o Atleti quer colocar na sua sala de troféus o primeiro título da competição. Mas antes, há um derby para alcançar a final que será disputada no dia 3 de junho, em Cardiff. Apenas um pode chegar.

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