Retrospectiva LANCE!: Fluminense recorre a Marcão duas vezes e Roger Machado vai mal

·2 min de leitura


Com o fim do ano de 2021, o LANCE! trará diariamente nesta semana a retrospectiva do Fluminense, relembrando o desempenho do plantel da equipe alvinegra em todas as posições. Depois dos goleiros, da defesa, do meio-campo e do ataque, chega a vez dos treinadores. Depois da saída de Odair Hellmann no fim de 2020, o Flu apostou novamente em Marcão para terminar a temporada. Meses depois, contratou Roger Machado, mas a aposta não deu certo e o ex-volante retornou.

Com a dura missão de seguir a briga pela Libertadores, Marcão assumiu o time ainda em dezembro e iniciou com certa instabilidade, vencendo apenas no quarto jogo. Entretanto, no fim, o ex-jogador somou seis vitórias, quatro empates e duas derrotas, deixando o time com a vaga direta na fase de grupos. Mesmo com a boa campanha, a diretoria decidiu contratar Roger Machado.

Roger nunca chegou a conquistar a confiança da torcida, mas tinha respaldo da diretoria. Apresentado em fevereiro, o técnico estava livre no mercado desde setembro de 2020, quando deixou o Bahia. No que foi a primeira passagem pelo Tricolor, o treinador teve 42 jogos, com 19 vitórias, 12 empates e 11 derrotas, um aproveitamento de 54,7%.

Uma das grandes críticas foi a irregularidade do time, que chegou a fazer grandes partidas na Libertadores, mas também teve atuações muito ruins, como contra o Criciúma na Copa do Brasil e a que culminou na eliminação do Flu na competição continental e, consequentemente, na demissão de Roger, diante do Barcelona de Guayaquil (EQU).

Foi aí que voltou Marcão para terminar a terceira temporada seguida à frente do Fluminense. Apostando no conhecimento do auxiliar permanente do elenco, a diretoria optou pela solução caseira. Apesar da eliminação logo na Copa do Brasil, o time já começou a apresentar certa melhora nas atuações e teve algumas mudanças.

O ídolo tricolor consolidou o esquema com três volantes e chegou a somar 16 jogos de invencibilidade em Brasileirão, levando em conta a passagem da temporada passada. Ele superou Muricy Ramalho, com 15 partidas em 2010. No entanto, com seu maior período no comando, viveu uma reta final complicada e ainda irregular.

Com lesões, desgaste e decisões técnicas bastante questionadas, o treinador chegou a ver a vaga na Libertadores ameaçada, mas conseguiu o sétimo lugar no Brasileirão e disputará a segunda fase da competição continental. No fim, foram 11 vitórias, quatro empates e 10 derrotas. Agora com a contratação de Abel Braga, Marcão volta a ser auxiliar permanente.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos