Repasse milionário a agentes faz transferência de Militão ao Real Madrid ser alvo de investigação

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A chamada Operação Cartão Vermelho, ao que tudo indica, chegou ao Porto. E, a cada dia que passa, surgem novas informações, que ganharam repercussão neste sábado no jornal Guardian, da Inglaterra. A negociação envolvendo a transferência de Éder Militão ao Real Madrid está no centro de uma polêmica.

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Em 2019, o defensor brasileiro deixou o estádio do Dragão para jogar no gigante espanhol, que pagou cerca de 50 milhões de euros. Até aí, tudo ok, se não fosse a comissão de 9 milhões de euros repassada a agentes. Bruno Macedo, também investigado por possíveis fraudes com o Benfica, foi um dos beneficiados, assim como Giuliano Bertolucci, um dos empresários brasileiros com mais entrada na Europa.

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Conforme o balanço publicado pelo Porto, somente 28,4 milhões entraram na conta do clube. O restante foi dividido em três partes, sendo duas destinadas a Macedo e Bertolucci. Militão tem origem no São Paulo, que se desfez do jogador por 7 milhões de euros, sendo 4 milhões para a instituição e 3 milhões ao estafe do profissional.

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