Reino Unido e Irlanda devem desistir de tentar sediar Copa de 2030

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Edição de 2030 vai marcar os 100 anos da competição mais importante entre seleções. Foto: Marc Atkins/Getty Images
Edição de 2030 vai marcar os 100 anos da competição mais importante entre seleções. Foto: Marc Atkins/Getty Images

A Copa do Mundo centenária vai acontecer em 2030 e países se mobilizam para tentar sediar o principal evento futebolístico do mundo. Mas tem uma dupla de países europeus que parece estar tirando o time de campo e desistindo da organização da Copa que acontece somente daqui oito anos.

Segundo o jornal britânico The Guardian, Reino Unido e Irlanda devem retirar sua candidatura devido a concorrência que vai se mostrando cada vez mais forte, inclusive de outra dupla europeia, Portugal e Espanha, que apresentaram projeto para sediarem o mundial de futebol.

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O foco dos países vizinhos ficaria para tentar realizar a Euro de 2028, deixando a Copa do Mundo de lado, pelo menos nesta edição.

As candidaturas conjuntas tem sido uma tendência e será colocada em prática pela segunda vez (a primeira ocorreu na Copa de 2002, sediada na Coreia do Sul e Japão), na Copa de 2026, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México.

Já no caso da edição centenária, em 2030, as candidaturas são de duplas como Argentina e Uruguai e outra mais inusitada que teria jogos na Itália e Arábia Saudita.

A definição dos locais que aparecem como possibilidade para receberem a Copa de 2030, acontece ainda em 2022. O prazo dado pela Fifa vai até o dia 31 de março, data do congresso da entidade que vai começar a discutir a sede da competição.

Segundo especialistas, devido a um rodízio estabelecido pela Fifa, a Europa aparece como o continente mais indicado para receber a edição de 2030, já que a última edição no velho mundo aconteceu em 2018, na Rússia. As duas próximas edições serão na Ásia (Catar) e América (Estados Unidos, Canadá e México).

Porém muita gente acredita que o fato da primeira Copa, em 1930, ter sido realizada no Uruguai, pode colocar a candidatura sul-americana em vantagem, por conta de uma questão “afetiva”.

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