Refugiado, teve avô assassinado e casa queimada; Conheça a história de superação do craque da Croácia

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Modric em jogo pela Croácia. Foto: Getty Images
Modric em jogo pela Croácia. Foto: Getty Images

Aos seis anos de idade, Luka Modric viveu momentos extremamente difíceis. O principal jogador da Croácia e camisa 10 do Real Madrid se tornou refugiado depois que seu avô foi assassinado por rebeldes sérvios, em ato que aconteceu perto de sua casa.

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Modric viveu em zona de guerra e cresceu ao som de granadas explodindo em conflitos que ocorriam. Mesmo com toda essa atmosfera adversa, ele só deixou a Croácia depois que sua casa foi queimada. O futebol, em meio a esse caos, continuou sendo seu único momento de fuga da realidade.

Após sair da Croácia, ele finalmente se mudou para um hotel na cidade costeira de Zadar, mas a guerra era comum também em seu novo lar. Isso, no entanto, não impediu Modric de continuar lutando por seu sonho.

O hábito contínuo do croata de jogar bola não foi tão benéfico para o Kolovare hotel, onde ele morou quando era jovem. De acordo com o porta-voz do local, mais janelas do hotel foram quebradas quando Modric esteve lá do que quando as bombas atingiram o lugar. O então jovem jogava futebol por toda parte em sua nova casa.

Modric ajudou a Croácia a alcançar a primeira final de sua história. O feito, inclusive, superou a geração de Suker, que em 1998 chegou à semi-final da Copa e acabou terminando o torneio em terceiro lugar. O mínimo que a Croácia de Modric pode conseguir na atual conjuntura é o vice-campeonato do mundial.

É nítido que o meia está um degrau acima dos outros. Ele cria espaço para si como nenhum outro. Seu passe é excelente. E o caminho que o croata percorreu até a final é apenas mais um capítulo memorável em sua vida.

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