Red Bull: Albon tem 'última chance' e vê Hulk favorito para vaga em 2021

Roberto Chinchero
·3 minuto de leitura

Alex Albon vive dias intensos. Oficialmente, a Red Bull não comunicou nada sobre a escolha do piloto que se juntará a Max Verstappen na próxima temporada da Fórmula 1, mas o tempo está passando. E, por outro lado, Nico Hulkenberg vê suas chances aumentando para voltar ao Mundial. Mas a Turquia é vista como a última chance para o tailandês reverter a situação.

O tempo não tem jogado a favor de Albon nas últimas semanas. Após alcançar seu primeiro pódio na F1 em Mugello, sua performance caiu consideravelmente, conquistando apenas um ponto em quatro etapas. E a série negativa não é um incentivo para a equipe escolher a seu favor.

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No paddock há quem diga que Albon já não tem mais chances e que Hulkenberg é o favorito para a vaga na Red Bull. É a hipótese mais provável, mas é preciso aguardar o dirigente para ter certeza de uma decisão que representa um passo histórico para a Red Bull.

Para compreender a extensão dessa escolha, devemos entender algo: o último piloto que não saiu da Academia para correr na equipe foi Mark Webber, que entrou na Red Bull em 2007, quando a equipe ainda dava seus primeiros passos na categoria.

Depois de Webber, apenas membros da Academia ocuparam as vagas na equipe: Sebastian Vettel, Daniel Ricciardo, Daniil Kvyat, Max Verstappen, Pierre Gasly e o próprio Albon. Um sistema que funciona há anos, com passagens primeiro pela Toro Rosso / AlphaTauri e depois para a Red Bull, mas que parece estar travado hoje.

O caso de Albon deve ser ainda mais atípico que no passado. Enquanto Vettel e Ricciardo concluíram suas fases na Red Bull indo para rivais e Kvyat e Gasly foram rebaixados devido à 'rejeição', o tailandês pode acabar ficando sem nenhuma vaga.

Albon sem plano B?

No caso de Albon, se ele for excluído dos planos da Red Bull, corre o risco de não ter um plano B. A AlphaTauri já confirmou Gasly para 2021 e tudo indica que Yuki Tsunoda estará ao seu lado.

O único fator desconhecido é a obtenção da superlicença, marco que ele pode alcançar na rodada dupla do Bahrein, que encerra a temporada 2020 da Fórmula 2.

No momento, Tsunoda está em terceiro, com 147 pontos, mas vê Christian Lundgaard com 145 e Robert Shwartzman e Nikita Mazepin, com 140 cada, em seu calcanhar. Ele precisa terminar entre os cinco primeiros para completar os pontos necessários para a superlicença.

O futuro de Albon pode estar ligado a este cenário (imprevisível). Caso contrário, as portas da F1 podem se fechar. Uma oferta como terceiro piloto não deve ser excluída, sendo uma recompensa que, no entanto, o deixaria parado em 2021, uma temporada em que a Red Bull terá outros dois jovens pilotos a caminho: Juri Vips e Liam Lawson.

Um cenário de pesadelo para Albon, que há catorze meses comemorou a promoção relâmpago para a Red Bull após meia temporada na Toro Rosso, e que hoje pode estar próximo da saída do paddock sem chances a vista de um possível retorno.

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