Rapinoe e outras atletas dos EUA defendem direito ao aborto em carta à Suprema Corte

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Megan Rapinoe no Met Gala, em Nova York
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Por Lawrence Hurley

WASHINGTON (Reuters) - Atletas norte-americanas de destaque, incluindo a estrela do futebol Megan Rapinoe e as jogadoras de basquete Diana Taurasi e Sue Bird, pediram nesta segunda-feira que a Suprema Corte dos Estados Unidos proteja o direito ao aborto no julgamento de uma ação apoiada por republicanos no Estado do Mississippi que busca proibir o procedimento após 15 semanas de gestação.

Opositores à prática pediram que a corte, que tem maioria conservadora de 6 x 3, reverta a histórica decisão Roe vs. Wade, de 1973, que reconheceu o direito das mulheres de terminar uma gravidez e tornou o aborto legal em todo o país, após sua proibição em alguns Estados.

Mais de 500 atletas e grupos assinaram um documento "amicus curiae" aos juízes, entre elas 26 atletas olímpicas, 73 atletas profissionais e várias outras associações de esportistas. Elas argumentam que o direito ao aborto ajudou o crescimento do esporte feminino e expressaram preocupações de que o futuro das atletas sofreria sem essa proteção.

Sem o direito de encerrar uma gravidez, "o fardo físico de uma gravidez e nascimento forçados pode prejudicar a habilidade das atletas de atingir seu potencial humano completo", diz o documento.

"Como atletas mulheres e pessoas dos esportes, precisamos ter o poder de tomar decisões importantes sobre nossos próprios corpos, e exercer o controle sobre nossas vidas reprodutivas", disse Rapinoe, duas vezes vencedora da Copa do Mundo de futebol e medalhista de ouro pela seleção norte-americana, em um comunicado, classificando as leis que impedem o aborto de "enfurecedoras e não americanas".

Bird e Taurasi, ambas estrelas da WNBA, a liga feminina de basquete norte-americano, ajudaram o time olímpico feminino dos EUA a conquistar a medalha de ouro pela sétima vez consecutiva nos Jogos de Tóquio. Taurasi é a maior pontuadora da história da WNBA. Bird é casada com Rapinoe, que sempre se posiciona sobre várias questões política.

Outras signatárias incluem Ashleigh Johnson, primeira mulher negra na equipe olímpica de pólo aquático dos EUA, e também medalhista de ouro em Tóquio.

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