Qual será o prejuízo para Grêmio e Inter pelas expulsões na Libertadores?

Goal.com

Pela primeira vez na história uma partida entre Grêmio e Internacional foi disputada na Libertadores da América. E com certeza o confronto desta quinta-feira (12), que terminou com o placar em 0x0, entrou para a história, mas de um modo negativo. Aos 85 minutos de jogo, Moisés e Pepê começaram a discutir após lance de falta e em pouco tempo uma briga generalizada tomou conta dos jogadores, com socos e pontapés por todos os lados. 

Com isso, oito atletas foram expulsos pelo árbitro, quatro de cada uma das equipes. Pepê, Luciano, Caio Henrique e Paulo Miranda, pelo Grêmio, e Moisés, Edenílson, Cuesta e Praxedes, pelo Inter. E essa quantidade de cartões vermelhos irá pesar no bolso dos clubes.

Pelo regulamento da Libertadores, cada expulsão de modo direto gera ao clube do jogador uma multa de no mínimo 1.500 dólares (R$ 7.187 na cotação atual). Portanto, Grêmio e Inter terão que desembolsar pelo menos R$ 28.748 cada, enquanto a Conmebol vai faturar R$ 57.496 com a briga.

Mas além da questão financeira existe o prejuízo técnico que será gerado pela confusão. Os atletas expulsos ficarão suspensos por pelo menos um jogo, mas também podem tomar punições mais graves caso a Conmebol ache necessário. 

Assim, o Grêmio não contará com os quatro jogadores para a partida contra a Universidad Católica, no Chile, enquanto o Internacional ficará sem os brigões diante do América de Cali, no Beira-Rio. Cabe destacar que as duas partidas foram adiadas por conta do coronavírus Covid-19.

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