PSG não repete escalação por duas partidas seguidas há 110 jogos

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LYON, FRANCE - JANUARY 09: Thilo Kehrer of Paris Saint-Germain celebrate his goal with team mates during the Ligue 1 Uber Eats match between Olympique Lyonnais and Paris Saint Germain at Groupama Stadium on January 09, 2022 in Lyon, France. (Photo by Xavier Laine/Getty Images)
Estatística levantada por portal francês constatou que equipe parisiense não consegue repetir uma escalação desde dezembro de 2019. Foto: (Xavier Laine/Getty Images)

Um levantamento feito pelo jornalista Joachim Gonzalez, do portal Le Temps, da França demonstrou algo preocupante: o PSG não repete uma escalação por duas partidas seguidas há 110 jogos, desde o dia 21 de dezembro de 2019.

As razões para esse fato inusitado são inúmeras, desde transferências de jogadores (tanto que deixaram o Paris Saint-Germain quanto os que chegaram à equipe parisiense), lesões graves ou leves, infecções de atletas por Covid-19 e até rodízios de jogadores por causa do tamanho do plantel.

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Outras equipes de ponta da Europa, por exemplo, não sofrem com esse problema. O Bayern de Munique utilizou o mesmo time titular em 31% dos últimos 110 jogos disputados. Já o Manchester City, sob o comando de Pep Guardiola, tem o costume de ter os mesmos onze jogadores iniciais por uma série de partidas seguidas e depois, avaliando a questão física, mudam-se os titulares.

O estudo do Le Temps mostra que no PSG, mais do que em qualquer outro lugar, os principais jogadores são os que ficam ausentes de partidas ou são transferidos. Apenas 7 jogadores foram titulares em pelo menos 50% das partidas disputadas, enquanto o Real Madrid tem 9 atletas neste índice, o Bayern 11 e o Manchester City 13.

Por outro lado, o PSG é a equipe que mais teve jogadores titulares durante o período de recorte das 110 partidas. Foram 43 atletas diferentes que iniciaram partidas pela equipe francesa contra 33 do Real Madrid, 37 do Bayern e 38 do Manchester City.

Já nas 110 partidas anteriores (aproximadamente 2017 a 2019) às do estudo realizado por Joachim Gonzalez, o resultado também impressiona. Foram identificadas apenas quatro recorrências de escalações, o que mostra que o problema não era apenas de Thomas Tuchel ou Mauricio Pochettino.

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