Protocolo sanitário da F1 é "o melhor possível", diz chefe da Haas

AFP
O engenheiro italiano Guenther Steiner (esq.) da equipe de F1 Haas passa pelos retratos dos pilotos depois que o GP da Austrália foi cancelado em Melbourne em 13 de março de 2020
O engenheiro italiano Guenther Steiner (esq.) da equipe de F1 Haas passa pelos retratos dos pilotos depois que o GP da Austrália foi cancelado em Melbourne em 13 de março de 2020

O protocolo sanitário para o início da temporada de Fórmula 1 em 5 de julho na Áustria, após três meses e meio de interrupção forçada devido à pandemia de coronavírus, é "o melhor possível", avaliou nesta quinta-feira Guenther Steiner, chefe de equipe da Haas.

"Nada pode ser feito além disso. O que está acontecendo é o melhor possível", disse Steiner em uma teleconferência. "Estamos muito felizes com o que foi feito e como eles (a Fórmula 1 e a Federação Internacional de Automobilismo) continuam trabalhando nisso", afirmou ele.

As medidas desenvolvidas pelo promotor do campeonato e pela FIA contemplam a ausência de espectadores e a redução do número de pessoas nos circuitos (equipes, gerentes, segurança, imprensa).

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As pessoas que trabalham no circuito do GP deverão permanecer em grupos selecionados e todos os seus contatos serão mantidos de forma a seguir o protocolo de rastreamento em caso de surto ou infecção.

No caso de um teste positivo, as pessoas afetadas serão isoladas e substituídas.

Na nova temporada, a Haas conta com o francês Romain Grosjean e o dinamarquês Kevin Magnussen como pilotos titulares.

A temporada da F1 deveria ter começado em março na Austrália, mas esse GP foi cancelado dias antes devido à propagação da pandemia naquele momento.

O novo calendário revisado deve ter entre 15 e 18 corridas.

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