Primeira fase da Copa do Brasil com jogo único derrubou favoritos e técnicos

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Zé Antônio, jogador do Remo, comemora seu gol durante partida contra o Brusque, válida pela primeira fase da Copa do Brasil 2017. Foto: Gazeta Press

Não foi por falta de aviso. A mudança da Copa do Brasil desta temporada 2017 para jogo único na primeira e na segunda fase já derrubou diversos clubes favoritos.

O melhor no ranking nacional do confronto jogava fora de casa por vitória ou empate mas, ainda assim, caíram Remo, Figueirense, Náutico, Ceará, Fortaleza, América-RN e Londrina.

Como consequência das quedas, quatro treinadoress foram demitidos nesta quarta-feira. O Fortaleza mandou Hemerson Maria embora depois de derrota para o São Raimundo, em Santarém. O Ceará, que perdeu do Boavista-RJ, fez o mesmo com Gilmar Dal Pozzo. Dado Cavalcanti foi desligado do Náutico após derrota para o Guarani de Juazeiro e o Figueirense desligou Marquinhos Santos logo depois de perder para o Rio Branco, do Acre.

Claro que os quatro treinadores dispensados já vinham com trabalhos questionados nos respectivos campeonatos estaduais, mas as eliminações precoces na Copa do Brasil – e a perda de uma boa quantia de dinheiro, além da perspectiva técnica – foram os motivos derradeiros para o afastamento dos profissionais.

Sem a menor paciência de dirigentes amadores que contratam sem critério e de torcedores imediatistas ávidos por bom futebol, não surpreendem tantas demissões.

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