Pressionada, UEFA promete investigação e diz que confisco de bandeira LGBT é caso isolado

·1 minuto de leitura


A UEFA prometeu investigar o confisco de uma bandeira LGBTQI+ de um torcedor dinamarquês no confronto entre Dinamarca e República Tcheca, pela Eurocopa. Segundo a entidade máxima do futebol europeu, os dois seguranças que tomaram posse da bandeira 'nunca foram instruídos' para a medida.

- A Uefa nunca instruiu os comissários em Baku - ou em qualquer outro estádio - a confiscar as bandeiras do arco-íris. Estamos investigando o que aconteceu e, claro, iremos contatar o delegado da Uefa, o responsável pela Segurança e as autoridades locais para esclarecer isto - disse em nota à AFP.

Contudo, há duas semanas, a UEFA vetou a iluminação da Allianz Arena com as cores do movimento LGBTQI+ antes do duelo entre Alemanha e Hungria. Patrocinadores foram informados que 'não era possível' por conta do 'posicionamento neutro' da entidade.

- A bandeira do arco-íris é um símbolo que representa os valores fundamentais da Uefa, promovendo tudo aquilo em que acreditamos - uma sociedade mais justa e igualitária, tolerante com todos e a Uefa garantiu que a bandeira fosse devolvida ao torcedor - acrescentou a UEFA.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.
Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos