Presidente do Palmeiras já pede flexibilidade quando futebol voltar


Flexibilidade. Esse já é um pedido antecipado de Maurício Galiotte aos clubes para quando a pandemia de coronavírus for controlada e os campeonatos tiverem condições de voltar. O presidente do Palmeiras ressalta que, no momento, é impossível fazer qualquer previsão de retorno, mas mudanças de formato e regulamento nas competições devem ser consideradas.

- Em primeiro lugar, precisamos proteger as pessoas e fazer um trabalho de mobilização. Depois, em paralelo, entender e nos preparar para diferentes cenários. Teremos de trabalhar de forma unida e ser muito flexíveis. Será um momento de compreensão. Se tiver de mudar regulamento, fazer um campeonato diferente, paciência. Precisamos, juntos, enfrentar essa situação - disse o dirigente para a Fox Sports.


Foram paralisados Libertadores e Campeonato Paulista, torneios que o Verdão disputa, e também estão interrompidas todas as competições de âmbito nacional, incluindo a Copa do Brasil, na qual o Palmeiras nem estreou, e o Campeonato Brasileiro, que começaria em maio. Tantos compromissos podem ter poucos meses para serem cumpridos, quando a pandemia for controlada.

- Precisamos nos preparar para cenários distintos, porque podemos voltar em dois, três, quatro meses, não sabemos. Se tivermos poucos meses faltando, precisaremos pensar, sim, em um cenário de mudança de regulamento e modelo de competição. Mas isso depende muito do que vai acontecer nos próximos meses. Qualquer tipo de avaliação agora é precipitada. Precisamos trabalhar por etapas - indicou Galiotte.

- Temos modelos diferentes para propor. Se tivéssemos sete, oito meses, é uma coisa. Se tivermos quatro meses, é outra. É muito difícil, neste momento, passar uma posição de qual campeonato seria melhor, não temos ainda uma noção exata de quanto tempo teremos. Precisamos de mais elementos e informações para formar opinião e debater como encerrar o ano - concluiu.

No momento, não há qualquer indicativo de retorno. O Palmeiras liberou seus jogadores por tempo indeterminado, recomendando treinamentos para manutenção física, porém respeitando como prioridade evitar ao máximo a possibilidade de contágio do coronavírus.






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