Presidente do Atlético-MG fala sobre reforços, acertos e erros de sua gestão

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Sette Câmara revela que Atlético vai ter um elenco com no máximo 25 atletas (Bruno Cantini/Atlético)
Sette Câmara revela que Atlético vai ter um elenco com no máximo 25 atletas (Bruno Cantini/Atlético)

Roger Guedes, Gaich, Scarpa, Mariano, Lucas Veríssimo... A lista de possíveis reforços do Atlético-MG é hoje a mais extensa do futebol brasileiro, especialmente depois das chegadas de Alexandre Mattos e Jorge Sampaoli. Mas o torcedor do Galo não deve esperar por uma enxurrada de contratações, de acordo com o presidente Sérgio Sette Câmara, que concedeu entrevista exclusiva ao autor deste Blog.

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“O Sampaoli quer trabalhar com um elenco entre 23 e 25 atletas, até porque só teremos o Campeonato Brasileiro para disputar”, afirma o presidente. “Então, para contratarmos, teremos que conseguir negociar jogadores do atual elenco”, acrescenta.

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“Existe muita especulação, sondagem... De fato o Alexandre tem conversado com muita gente, até porque o Sampaoli quer fazer mudanças no elenco, mas não posso ficar dando detalhes. É nossa política só revelar quando o jogador está contratado”, justifica Sette Câmara.

Ricardo Oliveira, Di Santo, José Wellison, Edinho, Martinez e Hernandez devem ser os primeiros a deixar o Galo. “Já temos conversas pelo Martinez e pelo Hernandez e talvez já até tivéssemos concluído essas negociações se não fosse a pandemia. A negociação do Edinho com o Fortaleza estava sendo tocada pelo Alexandre”, revela.

Em relação às contratações, Sette Câmara admite vontade em contar com Roger Guedes, embora reconheça a dificuldade. “Eu, particularmente, gosto dele. Briguei muito para trazê-lo da primeira vez e mando mensagem para ele sempre”, admite o dirigente, ressaltando que o alto salário e a pedida do Shandong Luneng, da China, hoje são os fatores complicadores.

No último dos seus três anos de mandato, Sette Câmara reconhece erros como presidente. “Tivemos algumas contratações que não foram satisfatórias, mas vamos tentar minimizar o prejuízo negociando esses atletas", diz, referindo-se a Martinez e Hernandez, especificamente. “Mas acertamos em várias outras, como a chegada do Jair, a ida do Roger Guedes para a China... pegamos o jogador emprestado, sem custos, e lucramos 2,5 milhões de euros livres de impostos”, relembra.

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