Presidente da Juventus comenta sobre Superliga: 'Não foi golpe, mas um grito de alarme'

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Em coletiva organizada pela Juventus pela despedida de Fabio Paratici, diretor esportivo da Velha Senhora, Andrea Agnelli, presidente do clube, criticou a Uefa por conta as ameaças realizadas aos clubes que seguem com a ideia da realização da Superliga Europeia.

- A Superliga não foi uma tentativa de golpe de estado, mas sim um grito desesperado de alarme de um sistema que caminha para a insolvência. Os clubes buscaram diálogo e comunicação, mas a resposta foi de fechamento total, com declarações arrogantes que exerceram pressões indevidas e com pedidos de exclusão de três clubes que não queriam desistir. Não é com esse comportamento que o futebol se reforma.

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O mandatário faz menção a Juventus, Real Madrid e Barcelona que seguem com a ideia da realização do torneio. No entanto, a Uefa busca punir o trio por não terem abandonado o projeto com a exclusão por até dois anos da Champions League ou Europa League.

A Superliga Europeia é uma ideia de competição idealizada inicialmente por 12 clubes da Inglaterra, Espanha e Itália. O campeonato também contaria com equipes convidadas e não haveria promoção ou rebaixamento. No entanto, após pressões de entidades e torcedores, diversos times abandonaram o torneio poucos dias após o anúncio.

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