Prefeito de Nova York ameaça prender judeus ultraortodoxos por aglomeração em enterro

Yahoo Notícias
Brooklyn, em Nova York, é conhecido pelo grande número de judeus ortodoxos (Foto: AP Photo/Mark Lennihan)
Brooklyn, em Nova York, é conhecido pelo grande número de judeus ortodoxos (Foto: AP Photo/Mark Lennihan)

O prefeito de Nova York, Bill De Blasio, mandou policiais prenderem pessoas que se aglomereram na cidade. O pedido aconteceu depois de um enterro de um rabino ultraortodoxo no Brooklyn, que reunir centenas de judeus.

Role para baixo para continuar lendo
Anúncio

E nos siga no Google News:

Yahoo Notícias | Yahoo Finanças | Yahoo Esportes | Yahoo Vida e Estilo

Quando soube da aglomeração, o prefeito de Nova York foi até o enterro no bairro de Williamsburg, na terça-feira à noite, e ameaçou prender aqueles que não respeitassem as regras de distanciamento social. “O que eu vi hoje não será tolerado enquanto estivermos lutando contra o coronavírus”, escreveu nas redes sociais.

Williamsburg, no Brooklyn, é conhecido por ser o bairro onde moral judeus ultraortodoxos na cidade de Nova York.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

O rabino que estava sendo enterrado, Chaim Mertz, morreu de Covid-19. Os presentem violaram a lei do estado de Nova York que proíbe aglomerações não essenciais.

No Twitter, De Blasio escreveu: “minha mensagem para a comunidade judaica, e todas as comunidade: o tempo para avisos acabou. Eu instruí a Polícia de Nova York a prender aqueles que se reunirem em grupos grandes. Isso é sobre parar uma doença e salvar vidas”.

Leia também

Siga o Yahoo Notícias no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.

A mensagem foi duramente criticada por alguns por ser endereçada à “comunidade judaica”, quando, na verdade, os que compareceram são parte de um grupo específico de judeus ortodoxos.

Os Estados Unidos têm mais de um milhão de casos confirmados de coronavírus, 30% deles no estado de Nova York. No país, mais de 58 mil pessoas morreram de Covid-19.

Leia também