Prass lamenta calendário e espera solução para problemas do gramado

Prass espera que novo método de preservação do gramado resolva problemas do Palestra Itália em períodos de shows

O Palmeiras vive uma maratona de jogos no mês de abril. Após dois jogos de quartas de final do Campeonato Paulista contra o Novorizontino, o Verdão disputará em um espaço de 12 dias as duas semifinais do Paulistão e um jogo decisivo contra o Pañarol válido pela Copa Libertadores. Além disso, caso o time avance para a grande final, o time de Eduardo Baptista novamente verá jogos de mata-mata se alternando com confrontos pela competição continental.

Com esse cenário desfavorável, o goleiro Fernando Prass lamentou a disposição do calendário, contudo ressaltou que o clube alviverde precisa ir pensando joga jogo para continuar avançando nas competições que está disputando.

“Infelizmente calendário é complicado. A parte decisiva da Libertadores, o segundo turno, cruza com o estadual, mas temos que pensar jogo a jogo. O segredo é esse. Concentrar no próximo adversário que a gente tem, que no caso é o Peñarol, e depois a gente volta a pensar em Campeonato Paulista. Semifinal e final, se passarmos. Não é tão simples, mas tem que fazer isso”, declarou o camisa 1.

Outra dificuldade em meio de tantos jogos decisivos é o gramado do Palestra Itália. Com os diversos shows, o WTorre optou por remover a grama do estádio do Palmeiras e apenas replantá-lo após o último evento na Arena. Com essa nova técnica, Prass espera que uma solução tenha sido encontrada.

“É novidade para todo mundo. Uma situação que nunca foi feita aqui, mas vamos pensar positivo. Vamos torcer para o gramado esteja em boas condições”, afirmou o goleiro do Verdão. “Se estiver, acho que é uma solução definitiva, porque a recuperação após os shows não estava sendo legal. Vamos torcer para esse processo dê certo. Quarta-feira a gente comprova isso”.

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Além de já ter disputado as quartas de final do Paulistão no Pacaembu, o Palmeiras pode jogar uma possível final de Estadual fora do seu estádio. Apesar dessa situação desfavorável, Fernando Prass exaltou o fato de a torcida estar comparecendo e a qualidade do gramado do estádio Paulo Machado de Carvalho.

“É tranquilo jogar no Pacaembu. É óbvio que não é a casa do Palmeiras, nossa casa é o Palestra Itália. A primeira a situação que preocupa o jogador no estádio é o campo e no Pacaembu não tem problema com isso. A segunda é a participação da torcida. E, em uma sexta-feira à noite, com a gente já tendo uma boa vantagem, jogo na quarta-feira de Libertadores, o pessoal podia querer economizar, mas foram 30 mil pessoas (ao jogo contra o Novorizontino). A gente não tem nenhuma preocupação (com isso), mas é claro que é melhor jogar no Palestra”.

*Especial para a Gazeta Esportiva