Postura de Raí irrita torcida do São Paulo

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Raí, na chegada ao Pacaembu, antes do jogo contra o Palmeiras. Na saída, saiu na surdina, sem dar entrevistas. Foto: Mauro Horita/Gazeta Press
Raí, na chegada ao Pacaembu, antes do jogo contra o Palmeiras. Na saída, saiu na surdina, sem dar entrevistas. Foto: Mauro Horita/Gazeta Press

O São Paulo perdeu para o Palmeiras, jogou mal mais uma vez e revoltou grande parte da torcida. O time não reage e, tática e tecnicamente, está com um dos seus piores elencos, nos últimos anos. Pós-jogo, eu estava na zona mista do Pacaembu, ao lado de vários colegas, aguardando o executivo Raí. Afinal, como chefe do departamento de futebol, todos nós esperávamos palavras e explicações sobre a situação difícil em que o clube se encontra.

No entanto, vimos uma situação constrangedora. Enquanto atletas novos no São Paulo, como Thiago Volpi e Igor Vinícius se manifestavam, Raí saiu em silêncio com semblante de apavorado, por trás dos jornalistas, acompanhado de seguranças. Uma cena ridícula. Na hora eu tuítei o seguinte texto: “Raí nem passou em frente aos jornalistas. Saiu na surdina. De grande jogador a um executivo comum e sem nenhum diferencial”.

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Pronto. Bastou para os torcedores invadirem minha rede social e dispararem contra Raí. A maioria das alegações era sobre essa omissão. A falta de posicionamento e justificativas para quem paga e torce pelo clube. A imagem de Raí como grande craque são-paulino, nunca vai desaparecer. Agora, como executivo, Raí é considerado sem pulso, determinação e entregue ao presidente Leco.

Sinceramente, de minha parte, vejo a mesma coisa. Não é possível que um cara que foi espetacular como atleta, e que sempre teve a imagem de um cidadão firme e fiel às suas virtudes, tenha uma postura tão fraca. E não foi a primeira vez.

Raí está tão perdido que, acredito, seria bom pedir demissão, para não piorar ainda mais sua situação. Um ídolo de qualquer instituição precisa manter a transparência, para dar sequência ao que ele foi como jogador. De craque a um mero participante. Uma pena.

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