Ponte usa reservas em jogo-treino enquanto titulares trabalham em campo anexo

A Ponte Preta segue firme na preparação para o primeiro jogo da tão esperada final do Campeonato Paulista contra o Corinthians. Nesta quarta-feira o técnico Gilson Kleina contou pela primeira vez com os jogadores titulares em campo, no entanto, apenas os atletas que não iniciaram o duelo da semifinal contra o Palmeiras, no Palestra Itália, participaram do jogo-treino contra o Primavera de Indaiatuba, que venceu por 1 a 0.

Enquanto parte do elenco da Macaca, sob forte chuva, concentrou seus esforços no confronto contra o Primavera, os titulares trabalharam em um campo anexo. Lucca, Pottker e companhia aprimoraram bastante as finalizações, seja pelo lado do campo ou através de infiltrações, exigindo boas defesas do goleiro Aranha.

Apesar de já ter realizado dois treinos nesta semana, o técnico Gilson Kleina ainda não colocou em formação no CT da Ponte a equipe que deve ir a campo contra o Corinthians, no próximo domingo, no Moisés Lucarelli. Apenas nesta quinta-feira, com os portões fechados à imprensa, o treinador deve começar a projetar o time.

Sem poder contar com Marllon, que terá de cumprir suspensão após receber o terceiro cartão amarelo, Kleina ainda não deu pistas de quem deve formar a dupla de zaga com Yago. Reinaldo, Fábio Ferreira e Kadu disputam a posição. Em contrapartida, Nino Paraíba e Renato Cajá, ausentes nas semifinais por conta de edemas musculares, voltam a ficar à disposição.

Enquanto os titulares focaram no treino de finalizações, os suplentes encararam o cirúrgico time do Primavera, de Indaiatuba. Buscando dar ritmo de jogo aos atletas que vem sendo acionados com menos frequência, a equipe técnica observou durante boa parte do tempo o rendimento de seus comandados, que não corresponderam à expectativa e acabaram surpreendidos com a derrota por 1 a 0. O gol foi marcado ainda no primeiro tempo por Marcolino.

A Ponte Preta segue sua preparação para o jogo de ida da grande decisão do Campeonato Paulista nesta semana com os portões fechados. A fila dos torcedores para comprar ingressos segue grande, a ponto de completar praticamente uma volta inteira no Moisés Lucarelli. Tudo para presenciar parte do capítulo final de uma história que pode terminar em um final feliz, no caso, com o primeiro título da história do clube campineiro justamente em cima do algoz da fatídica decisão de 1977.

*Especial para a Gazeta Esportiva