Piqué conta que esteve perto de comprar time na França

Gerard Pique contou que esteve perto de adquirir time da França.  Foto: Stuart Franklin - FIFA/FIFA via Getty Images
Gerard Pique contou que esteve perto de adquirir time da França. Foto: Stuart Franklin - FIFA/FIFA via Getty Images

Envolvido em polêmicas por conta da sede da Supercopa Espanhola, realizada na Arábia Saudita, o zagueiro do Barcelona Piqué mudou o foco em entrevista ao jornal francês L’Equipe. No bate papo ele contou que chegou perto de comprar um clube de futebol na França por meio de sua empresa Kosmos

"Estávamos prestes a comprar o Red Star. Infelizmente, estávamos um pouco atrasados ​​nas negociações. Mas fui a Paris, vi o estádio, conversei com Patrice Haddad, o proprietário na época”, contou o zagueiro e homem de negócios que falou sobre outro clube que foi adquirido pela sua empresa: “Está indo muito bem desde que compramos o FC Andorra, colocamos o clube de volta na 5ª Divisão e hoje somos os primeiros na Terceira Divisão e podemos subir”, comemorou.

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O Red Star, com sede em Saint-Ouen, norte de Paris, é um dos clubes históricos do futebol francês e atualmente joga na Terceira Divisão.

"O Red Star, pela sua história, pelo fato de estar em Paris, por seus torcedores espetaculares, seu estádio que está sendo reformado... Gostamos imediatamente" ", continua explicando o jogador do Barcelona no jornal francês.

Sobre a polêmica recente, Gerard Piqué assegura ainda no jornal L'Équipe que não tem "nada a esconder" na questão da atribuição da Supercopa à Arábia Saudita, reitera que "tudo é legal" e nega qualquer conflito de interesses devido ao seu estatuto de jogador do Barcelona e presidente do Kosmos.

"Não tenho nada a esconder, tudo é legal. Depois há a questão do conflito de interesses. Para mim não há. A única coisa ilegal é que alguém tenha acessado mensagens de voz privadas e mandado para a imprensa", indica o jogador de futebol.

Piqué lembra que o Barça não conquistou nenhuma das Supercopas disputadas na Arábia Saudita, o que, em sua opinião, mostra que não há conflito de interesses e que Kosmos assumiu uma comissão por sua intermediação, pela qual a Federação não lhe devia nada e não teve que favorecê-lo em campo.

Ele destacou que graças ao Kosmos a Federação aumentou sua renda e que favoreceu clubes modestos e que trazer a Supercopa para a Arábia Saudita pode ajudar a mudar um país onde "muitas coisas precisam melhorar".

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