Pippen diz ter sido humilhado por Jordan em autobiografia

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Jordan e Pippen fizeram dupla no Chicago Bulls. Foto: VINCENT LAFORET/AFP via Getty Images
Jordan e Pippen fizeram dupla no Chicago Bulls. Foto: VINCENT LAFORET/AFP via Getty Images

Pergunte a qualquer apaixonado por basquete qual a maior dupla de todos os tempos na NBA. Os mais novos podem até falar dos "Splash Brothers" Stephen Curry e Klay Thompson, responsáveis pelos anos de ouro do Golden State Warriors. Outros vão se lembrar de Kobe Bryant e Shaquille O’Neal, que até tiveram seus problemas, mas ainda assim ganharam três títulos consecutivos da NBA defendendo o Los Angeles Lakers.

Só que a maioria vai responder sem pensar: Michael Jordan e Scottie Pippen. A dupla, que levou o Chicago Bulls a seis títulos da maior liga de basquete do mundo nos anos 90, é sem dúvida uma das mais reverenciadas pelos fãs da bola laranja.

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Essa relação tem sido muito lembrada principalmente após o lançamento do documentário "The Last Dance". Nele, Jordan admitiu que muito do sucesso se devia a Pippen, um dos maiores defensores da história da NBA.

Porém, o ex-camisa 33 do time de Chicago tratou de mostrar que essa relação não é das melhores.

Em trecho do seu livro que será lançado no dia 9 de novembro, uma autobiografia chamada "Unguarded", Pippen contou detalhes do desapontamento com o ex-companheiro.

"Mesmo no segundo episódio, que se concentrou por um tempo na minha educação difícil e no caminho improvável para a NBA, a narrativa voltou para MJ e sua determinação de vencer. Eu não era nada mais do que um adereço. Seu 'melhor companheiro de equipe de todos os tempos', ele me chamou. Ele não poderia ter sido mais condescendente se tivesse tentado”, desabafou.

Questão financeira também foi motivo de reclamação

Além da falta de reconhecimento e do fato de dizer que Jordan só quis mostrar para as gerações atuais que é maior que LeBron James, atual grande nome da NBA, Pippen também fez questão de dizer que Jordan ganhou muito dinheiro com o documentário e nenhum valor foi oferecido aos outros jogadores daquele Bulls multicampeão.

“Para piorar as coisas, Michael recebeu US$ 10 milhões por seu papel no documentário, enquanto meus colegas de equipe e eu não ganhamos um centavo, outro lembrete da hierarquia dos velhos tempos. Por uma temporada inteira, permitimos câmeras na santidade de nossos vestiários, nossos escritórios, nossos hotéis, nossas reuniões... nossas vidas", finalizou.

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