'Pelé foi e sempre será um gênio', diz Margareth Menezes

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, lamentou a morte de Pelé e agradeceu o rei do futebol por seu legado nesta quinta-feira (29).

"O Brasil perde o maior jogador da história", publicou a cantora, nas redes sociais. "Nosso rei Pelé foi e sempre será um gênio que influenciou milhões de jovens e adultos fãs de futebol, no Brasil e no mundo. Um legado que permanecerá eternamente. Muito obrigada, Rei!"

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, melhor jogador da história, morreu aos 82 anos em decorrência de falência de múltiplos órgãos, resultado da progressão do câncer de cólon, segundo o hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Pelé é também uma figura central da cultura brasileira, com participações em filmes, novelas e gravações de músicas.

Em entrevista em 2019, rememorou ainda sua relação com Andy Warhol, expoente da arte pop. Em novembro daquele ano, a serigrafia intitulada "Pelé", do fim dos anos 1970, havia sido vendida por US$ 855 mil, cerca de R$ 3,58 milhões, num leilão na Christie’s, de Nova York.

Em 6 de janeiro de 1978, na galeria Coe Kerr, Warhol e Pelé assinariam juntos o verso das serigrafias; ali, o artista seria convidado a viajar para o Rio de Janeiro como hóspede do brasileiro. A viagem não aconteceu, mas, assíduos em casas noturnas, eles voltariam a conversar outras vezes no Studio 54 e no Club A.

"Você é a única celebridade que, em vez de durar 15 minutos, durará 15 séculos", disse Warhol a Pelé.