Paulistano sente mais falta de frequentar comércio que de contato físico, mostra pesquisa

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
Passenger movement, wearing protective masks on public transport, central region of the city of São Paulo, this Monday morning. The decree of the State Government comes into force, which makes it mandatory, as of today 4 May, the use of masks in the collective transport of the São Paulo capital and its metropolitan region - municipal and intercity buses, subways and trains, due to the new coronavirus that transmits covid-19. May 4th, 2020. (Photo: Fábio Vieira/FotoRua) (Photo by Fabio Vieira/FotoRua/NurPhoto via Getty Images)
Uso de máscaras no transporte público passou a ser obrigatório no estado de São Paula na segunda-feira, 4 de maio (Foto: Fábio Vieira/NurPhoto via Getty Images

Levantamento feito pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência mostra que ir a comércios, feiras, restaurantes, bares e shopping é o que mais faz falta ao paulistano: 42% afirmaram que o hábito está entre as três maiores saudades da vida antes do isolamento social. Em segundo lugar aparece o contato físico com pessoas próximas, com 36%.

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A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 26 de abril com moradores da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais, das classes ABC. O levantamento foi feito online, com questionário estruturado.

Entre os entrevistados, 37% sente falta de encontrar pessoas e 36% têm saudades de trabalhar fora de casa e 8% de ir para a escola ou faculdade; 16% afirmaram que a escola das crianças faz falta.

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Em relação à circular pelas ruas da cidade, 22% do público colocou entre as maiores saudades. Ir ao cabeleireiro, barbeiro ou salão de beleza faz parta para 12% dos entrevistados.

Há ainda 2% que sentem falta de ficarem sozinhos em casa e 2% que não sentem falta de nada.

A pesquisa ainda questionou o impacto do isolamento social em determinadas atividades do dia a dia. Para 66%, o convívio com amigos e familiares foi muito afetado. Em segundo lugar aparecem atividades de lazer, muito impactada na vida de 60% dos participantes. O trabalho aparece em terceiro lugar, com 56%. Atividades culturais, físicas e religiosas também aparecem entre as atividades mais afetadas.

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O levantamento mostra que 53% das pessoas saem de casa apenas para fazer compras essenciais, mas 19% estão saindo para trabalhar. Entre os entrevistados, apenas 4% afirmaram que saem de vez em quando para dar uma volta, esticar as pernas ou fazer exercícios.