Para Tabata, extinção de processo do PDT evidencia perseguição política contra ela

Evaristo Sá/AFP/Getty Images
Evaristo Sá/AFP/Getty Images

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Tabata Amaral avaliou que decisão do PDT de extinguir os processos abertos contra os deputados que votaram a favor da reforma de Previdência seria evidência de perseguição política.

  • Tabata aguarda decisão judicial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para deixar o partido sem perder o mandato.

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Para a deputada Tabata Amaral (SP), a decisão do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de extinguir os processos abertos contra os deputados da legenda que votaram a favor da reforma de Previdência é uma evidência que houve perseguição política em relação a ela.

A posição foi divulgada pela parlamentar, segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, nesse sábado (23). Tábata aguarda decisão judicial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para deixar o partido sem perder o mandato.

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Para Tabata, a posição do PDT não muda sua situação ante o TSE. Ela estimou em seis meses a decisão. Só então, disse, irá analisar uma nova legenda.

"Não muda absolutamente nada. A única coisa que eles fizeram foi sinalizar que não foi tão grave assim o que aconteceu. Acho que cabe a eles explicar à Justiça porque a perseguição pessoal em torno do meu nome. Não muda os prazos, não muda a minha defesa. Eles mostram que foi sim por razões políticas, houve perseguição em relação a mim e eles agora expliquem o porquê, porque eu não entendi até hoje", afirmou.

A decisão do PDT extinguiu os processos abertos contra quatro dos oito deputados federais que votaram a favor da reforma. Os outros quatro recorrem à Justiça e só terão situação decisão do TSE.

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