Palmeirense Alan, camisa 10 da seleção sub-17, já tem sondagens de três gigantes da Europa

Jorge Nicola
Alan assistindo ao empate do Palmeiras com o Audax no Allianz Parque (Arquivo pessoal)

“Ouvi rumores de Real Madrid, Atlético de Madrid e Roma.” A frase é de Alan, maior promessa da base do Palmeiras, respondendo sobre o assédio do exterior após suas grandes exibições com a camisa 10 da seleção brasileira no título do Sul-Americano sub-17, que terminou dez dias atrás.

Mas as sondagens dos gigantes europeus não deve tirá-lo do Verdão tão cedo. Na base do clube desde os 13 anos, Alan não esconde o carinho pelo Palmeiras. “Estou sempre no Allianz Parque para torcer pelo time principal. Para falar a verdade, já perdi a conta do número de jogos que assisti”, conta o baixinho, de 1,62m e contrato até maio de 2019.

Autor de três gols no 5 a 0 sobre o Chile, jogo que valeu a taça do Sul-Americano ao Brasil, Alan já tem contrato profissional com o Palmeiras desde o ano passado – uma exceção para os garotos de 16 anos. E é possível que seu vínculo seja renovado em breve, por causa do assédio gringo, com um salário superior aos R$ 2 mil atuais.

“Meu sonho é chegar ao time de cima e ser campeão pelo Palmeiras”, conta o garoto, que mora no centro de São Paulo, ainda terá de esperar um ano para dirigir e cursa o 1º ano do colegial à noite. “Cheguei ao Palmeiras com 13 anos, para o time de futsal. Com 14, passei a jogar também no time de campo, e ainda estudava à noite”, relembra.

A inspiração do meia-armador é outro baixinho: Iniesta, do Barcelona. “Ele joga demais”, resume o palmeirense, que tem como principais características a velocidade na condução da bola, o drible e bons arremates.

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