Fralda explica a má vontade dos abelhudos contra Abel

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Abel, os abelistas, e os abelhudos FOTO Miguel Schincariol/Getty Images

Se Abel não vencesse os 9 primeiros jogos do Brasileirão depois de ter sido campeão ele já teria sido deportado - ao menos pela imprensa.

Se Abel tivesse cobrado os árbitros como eles foram abordados na Neo Química Arena depois de o pênalti corretamente ter sido marcado para o Inter, o muitas vezes destemperado treinador português seria preso em flagrante - no mínimo no programa do Sikera Jr.

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Abel pode e deve ser criticado por algumas escolhas infelizes - a insistência na má fase de Victor Luís até em funções distintas. Trocas estranhas durante os jogos em que o time cai de rendimento - como na boa vitória contra o fraco Sport, depois de bom primeiro tempo de imposição e trocas de funções, como no gol do centroavante Scarpa depois do lance do ponta Danilo ao receber lançamento do armador Felipe Melo.

Atitudes intempestivas no banco de reservas são recrimináveis. Jogam contra ele e contra o time que bem dirige, até com resultados melhores do que o desempenho e do que o próprio grupo que está crescendo em quantidade e qualidade.

Mas os abelhudos que adoram criticar Abel e os abelistas parece que desgostam mais do clube dele do que do técnico do Palmeiras.

Freud explica. Fred Flintstone também.

A fraude, não. Nem mesmo a fralda para adultos por incontinência. Também verbal.

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