Dos capitães do mato

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Patrick de Paula FOTO ANDRE PENNER/POOL/AFP via Getty Images

Curto e grosso como estes dias deploráveis exigem:

Deploro o "jornalismo" que Leo Dias executa (termo cabível). É o que justifica a análise de "jornalistas" radicais radicados nos EUA e que precisariam ser erradicados da mídia. Até quando acertam dizendo que o Jornalismo agoniza - como as sinapses deles, e os algozes capitães do mato (mais do mato que capitães) que caçam irresponsáveis pelas baladas com a mesma irresponsabilidade.

Deploro torquemadas em qualquer campo, não só o do futebol. Perseguições, campanhas, patrulhas, cancelamentos são cruéis e sórdidos. Perdem a razão até quando tem.

Desde que a bola é redonda os atletas aproveitam as folgas com mais folgas. Os melhores times que eu vi em 30 anos de ofício foram insaciáveis em todos os campos e áreas. E se garantiam lá dentro. Não justifica. Mas não põe limite.

O que o atleta, jornalista, religioso e político faz na folga é dele. Da responsa dele.

MAS, DURANTE A PANDEMIA, NÃO É DIREITO ADQUIRIDO DE FAZER O QUE BEM ENTENDE. AINDA MAIS QUANDO NÃO ENTENDE O MAL QUE FAZ.

Vale para todos os boleiros, baladeiros ou não: não pode. Não dá.

Porque pode infectar quem não tem nada com isso. Dos companheiros aos familiares.

Use máscara. Sem ser mascarado. Até para evitar ser massacrado.

Use o bom snso: não saia. E, se sair, esteja preparado para sair do time pelo tempo necessário.

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