Palmeiras negocia venda de Miguel Borja ao Junior Barranquilla

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O Palmeiras negocia a venda definitiva do atacante Miguel Borja ao Junior Barranquilla. O jogador já atua pelo clube colombiano desde 2020 e o atual vínculo por empréstimo vai até o fim de junho de 2021. A informação foi inicialmente publicada pela "ESPN" e confirmada pelo LANCE!/NOSSO PALESTRA.

A tendência é de que o Verdão facilite as condições de pagamento, permitindo que o valor da compra seja parcelado. Conforme apuração do L!/NP, a primeira oferta dos colombianos foi recusada pela diretoria Alviverde.

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O Junior Barranquilla não é o único interessado na contratação de Borja. Miguel Ángel Russo, técnico do Boca Juniors, há tempos gosta do futebol do atacante e, recentemente, ligou para o estafe do atleta para sondar a situação. Clubes da Turquia e do México também estão entre os interessados. Novas propostas oficiais podem chegar à mesa do Alviverde nos próximos dias.


Valorizado, o centroavante de 28 anos vive grande fase em 2021, somando 15 gols em 24 partidas entre jogos pelo Junior e pela seleção Colombiana. Na última terça-feira (8), ele inclusive marcou o gol de empate contra a Argentina no último minuto, salvando seu país da derrota nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 e agitando palmeirenses nas redes sociais.

Após a partida, em entrevista coletiva, Borja lembrou da passagem pelo Verdão e confirmou o interesse em permanecer no futebol colombiano.

– Os momentos que vivi no Brasil quando não estava jogando foram difíceis e eu queria muito jogar aqui – pontuou.

No início de 2021, o Palmeiras cogitou o término do empréstimo e o retorno de Borja, mas Abel Ferreira barrou a ideia após o jogador solicitar uma vaga no time que disputava a reta final da Libertadores.

Borja tem contrato até o final de 2022 com o Palmeiras, com a possibilidade de ser estendido de forma unilateral pelo clube até o final de 2023. Em 2017, o Alviverde desembolsou 10,5 milhões de dólares (cerca de R$ 34 milhões, na cotação da época), com investimento da Crefisa, pela compra de 70% dos direitos do atacante, que foi eleito o melhor jogador da América do Sul em 2016.

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