Palmeiras mudou metade do time que estreou na Libertadores de 2016

O Palmeiras vai estrear na Copa Libertadores de 2017, nesta quarta-feira (8), com muitas modificações em relação ao time que começou jogando a mesma competição em 2016. Pelo menos cinco atletas daquele ano não começarão jogando e ainda houve mudança no comando técnico.

Em 2016, o Palmeiras enfrentou o River Plate-URU, fora de casa, com o seguinte time: Fernando Prass; Lucas, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Zé Roberto; Thiago Santos, Jean e Arouca; Erik, Dudu e Lucas Barrios. Durante a partida, Robinho, Gabriel Jesus e Alecsandro entraram em campo. Aquela partida terminou 2 a 2.

Em 2017, novamente o adversário será uma equipe modesta, o Atlético Tucumán, que estará em casa. O técnico Eduardo Baptista fez muito mistério sobre a escalação do Palmeiras para o jogo desta quarta-feira. Mas mesmo assim é possível fazer uma comparação: cinco jogadores que atuaram naquela partida de 2016 sequer estão no clube atualmente: Lucas, Roger Carvalho, Lucas Barrios, Robinho e Gabriel Jesus. Erik e Arouca ainda fazem parte do elenco, mas dificilmente terão chance contra o Tucumán.

Portanto, entre aqueles jogadores de 2016, apenas Fernando Prass, Jean, Zé Roberto e Vitor Hugo são titulares absolutos até hoje. Já Thiago Santos é um reserva bastante utilizado e pode entrar no time contra o Tucumán.

Jean Palmeiras River Libertadores


Jean fez gol na estreia de 2016 (Foto: DANTE FERNANDEZ / Freelancer/ Getty Images)

Mais importante do que as mudanças na escalação foi a alteração no comando: em 2016, o técnico era Marcelo Oliveira. Em 2017, é Eduardo Baptista. Eles pensam o futebol de maneira bastante distinta. Na parte tática Marcelo Oliveira costuma escalar as equipes no 4-3-3, como fez naquela Palmeiras x River-URU. Já Baptista prefere usar o 4-1-4-1.

As estratégias deles também são diferentes: os times de Oliveira costumam apostar mais em bolas longas e contra-ataques. Já Baptista quer que o Verdão tenha mais controle do jogo e busque aproximação entre os setores.

O mais importante para o palmeirense é que a estreia, assim como toda a competição, seja diferente também. Afinal, em 2016 o Palmeiras acabou eliminado na primeira fase, inclusive com demissão de Marcelo Oliveira no meio do caminho. Em 2017, em uma chave com Tucumán, Jorge Wilstermann e Peñarol-URU, seria um vexame ficar fora novamente.