Palmeiras foi gigantesco contra o Flamengo. Abel tem que ser o primeiro reforço de Leila

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Jogadores do Palmeiras comemoram a conquista do terceiro título da Libertadores da América. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

O terceiro título da Libertadores da América - o segundo consecutivo - conquistado pelo Palmeiras foi merecido. A vitória de 2 a 1 sobre o Flamengo, na prorrogação(após empate em 1 a 1 no tempo normal), mostrou um time mais organizado contra outro de muita qualidade, mas sem o mesmo jogo coletivo. 

É verdade que o primeiro tempo foi do Palmeiras, forte e consistente, abrindo o placar com Veiga, depois de lançamento de Gómez e passe de Mayke. O gol deixou o Flamengo pressionado, com poucos espaços para criação de jogadas e deixando buracos nas costas dos laterais Isla e Filipe Luís, substituído com lesão muscular. O Palmeiras não teve nenhum pudor em deixar a bola com o Flamengo, partindo rápido para os contra-ataques, sempre puxados por Dudu, Veiga e Scarpa. No setor defensivo, Mayke e Gómez foram enormes, limpando a área. O Flamengo só foi assustar com Arrascaeta, em ótima defesa de Weverton. 

Na segunda etapa, as duas equipes voltaram iguais e o Flamengo mudou a postura e partiu para o abafa. Arrascaeta aqueceu e foi o principal nome do rubro-negro, superando as marcações. Gabigol perdeu um gol incrível, quando o Fla já acampava próximo à área palmeirense. Depois de uma troca de passes, Arrascaeta deixou Gabigol sozinho para bater no cantinho direito de Weverton, que acabou falhando no lance. O confronto seguiu competitivo e a decisão foi para a prorrogação. 

Nos 15 minutos iniciais, Andreas Pereira falhou e Deyverson, substituto de Veiga, entrou sozinho para concluir na frente de Diego Alves. Deyverson, herói muito improvável, repetiu Breno Lopes na conquista de 30 de janeiro. Tudo isso com o brilho da estrela de Abel Ferreira, definitivamente na história alviverde. 

Depois do gol, o Palmeiras se fechou bem e bloqueou todas as tentativas do Flamengo. Vitória gigantesca e o quinto título maiúsculo da gestão de Maurício Galiotte, com legado absurdo para Leila Pereira, a futura presidente. 

A primeira atitude de Leila deve ser a renovação de contrato de Abel Ferreira. O português se integrou demais ao clube e mostrou ser um grande estrategista, ainda que tenha tido escolhas discutíveis em alguns momentos. Abel Ferreira deve ser o pilar de uma renovação do elenco e construção de um novo trabalho. 

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