Palmeiras e São Paulo disputam Weverton, goleiro do Atlético-PR, para 2018

Jorge Nicola
Goleiro poderá assinar pré-contrato a partir de novembro (Fernando Dantas/Gazeta Press)

Depois de Dudu, Felipe Melo, Willian Bigode e até patrocinador (a Crefisa), Palmeiras e São Paulo travam mais uma queda de braço, agora pelo goleiro Weverton, do Atlético-PR. A oito meses do fim de seu contrato, o medalhista de ouro com a seleção brasileira na Olimpíada de 2016 é o plano A dos rivais paulistas para a próxima temporada.

O Blog apurou que os dirigentes de Verdão e Tricolor já abriram negociação com os representantes de Weverton – o goleiro de 29 anos é representado há alguns meses pela OTB Sports, dos empresários Bruno Paiva e Marcelo Goldfarb. Foi com a OTB, por exemplo, que o Palmeiras fechou as contratações de Dudu e Bruno Henrique.

Maior ídolo do torcedor atleticano, Weverton poderá assinar pré-contrato com qualquer interessado a partir de novembro. Seu vínculo termina em maio de 2018 e o Furacão tenta desde a temporada passada uma prorrogação. Sem sucesso!

Na segunda-feira, o Blog revelou que o Palmeiras está decidido a contratar um goleiro para o próximo ano, ainda que renove o contrato de Fernando Prass. A extensão do veterano por mais 12 meses poderia ser uma alternativa caso o Atlético-PR não aceite liberar Weverton em janeiro. Assim, Prass e Jaílson disputariam a condição de titular no primeiro semestre e ganhariam a concorrência do atleticano a partir de junho.

O São Paulo também sonha em convencer o Atlético-PR a liberar Weverton já na pré-temporada, mas conseguiria se virar com Sidão e Renan Ribeiro até o fim de maio – é nesta data que o contrato de Renan se encerra e não há conversas, neste momento, para a prorrogação.

A possibilidade de perder Weverton não é novidade para o Atlético-PR, que já tem um substituto: o ex-são-paulino Léo foi contratado em julho. Revelado em Cotia, Léo assinou contrato de três temporadas com o Furacão depois de excelente desempenho pelo Paraná – foram 24 jogos e apenas nove gols sofridos. Na negociação com os atleticanos, o São Paulo manteve 25% dos direitos econômicos do goleiro.

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