Pablo Marí abre o jogo em entrevista ao 'The Guardian'


Em entrevista ao 'The Guardian', o zagueiro Pablo Marí, ex-Flamengo e que está no Arsenal desde o começo do ano, falou do seu início no clube londrino e da paralisação por causa da pandemia, que já chega à sétima semana sem jogos.

Isso num momento em que ele, após jogar duas partidas como titular, viu o terceiro jogo, contra o Manchester City, ser cancelado depois que o proprietário do Olympiakos, Evangelos Marinakis, deu positivo para a Covid-19 (ele teve contato com os jogadores do Arsenal no jogo entre as equipes pela Liga Europa) e o treinador Mikel Arteta também testou positivo para o coronavírus.

- Esses dias são confusos, desconcertantes. Nunca saberemos se Marinakis foi o motivo. No começo, estávamos com medo: esperávamos que ele estivesse bem, que nada acontecesse com ele ou afetasse sua família. Mas as coisas se acalmaram: acho que nenhuma equipe teve o vírus. Nós não fizemos testes; ficamos 15 dias em casa e ninguém teve sintomas - disse, para em seguida acrescentar:

- Pensei: 'Droga, queria continuar jogando'. Mas isso não é algo pequeno; não é um resfriado ou gripe. Quando você vê a magnitude (da doença), as questões profissionais são secundárias. O que importa é a saúde de todos.

Marí contou como foi sua chegada ao Arsenal e a ansiedade por estrear na equipe.

- No começo, pensei: 'Caramba, finalmente cheguei ao Arsenal". Depois, tive de retornar ao Brasil para terminar de negociar o contrato. Voltei. Um começo difícil, eu não tinha feito a pré-temporada enquanto todos estavam competindo há sete meses. Pouco a pouco, você passa pelos dias, semanas.. mas eu tinha certeza de que estava pronto, que poderia competir. E tive a chance.













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