As páginas de lutas e glórias escritas pelo “futebol feminista” explicam o porquê de existir o Dia da Mulher

Breiller Pires
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Vivemos um tempo em que é necessário elucidar o óbvio, defender valores básicos a ponto de só faltar desenhar. O feminismo se encaixa nesse contexto. Desde que movimentos de extrema direita voltaram a ganhar corpo no Brasil, as reivindicações feministas passaram a sofrer ataques de vários lados, como se quem as propusesse fosse radical, e não quem as repele. Assim caminha a humanidade, com avanços em meio a solavancos e batalhas contra retrocessos.

É preciso dizer, com todas as letras, que não há evolução possível sem o feminismo. Em todas as áreas, em todos os campos. E não poderia ser diferente em relação ao futebol. A partir de uma sacada magistral, bolada a quatro mãos pela tabelinha entre Darcio Ricca e Luciane Castro, o livro Futebol Feminista - Ensaios, lançado este mês, joga luz sobre a importância do ativismo e da luta política para que as mulheres pudessem conquistar seu espaço no esporte mais popular do mundo.

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